segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Opinião #3: "The Forbidden Game" (Livros)

- THE FORBIDDEN GAME -

Capa:

Autora:
L. J. Smith

Informação:
Edição/reimpressão - 2010
Páginas - 768
Editor - SIMON & SCHUSTER LTD
ISBN - 9781847387387
Colecção - Piano
Idioma - Inglês

Sinopse:
When Jenny buys a game for her boyfriend, Tom, she finds herself inexplicably drawn to the guy who sells it to her. There is something mysteriously alluring about Julian's pale eyes and bleached-blond hair. And when he places the Game into her hands, she knows her connection is something much deeper.
But as Jenny and her friends begin to play the game, an evening of friendship and fun quickly turns into a night of terror and obsessive love. Because the Game isn't just a game - it's their new reality, where Julian reigns as the Prince of the Shadows.
One by one Jenny and her friends must confront their deepest fears to try and win the game. Because to lose the Game is to lose their lives. And that is only the beginning...

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Opinião:

Desde já peço desculpa a quem não se dá bem com o inglês, mas dado que esta trilogia não tem edição em português, a sinopse teria de ser a original. Decidi não a traduzir, pois de qualquer maneira irei fazer um resumo de toda a história.

Comprei este livro já há alguns meses, pois enquanto andava a "passear" pela secção de literatura inglesa do site da Wook, este de alguma maneira chamou-me à atenção. Pela sinopse, parecia-me ser uma história interessante, de alguma forma pesada e que me faria pensar.

O que eu gostaria que tudo isso fosse verdade...

Mas comecemos por um breve resumo.

O primeiro livro da trilogia (esta edição junta os três livros num, mas não deixa de ser uma trilogia), de seu nome "The Hunter", começa com Jenny, a personagem principal, à procura de um jogo que ela e os seus amigos possam jogar na festa de aniversário do seu namorado, Tom. Toda a sua (curta) vida esteve com ele, não se imagina com outra pessoa, e tem até todo o seu futuro planeado ao seu lado.

Mas basta entrar numa aparente loja de jogos para toda a sua vida sofrer uma drástica reviravolta.

Por alguma razão, Julian, o rapaz que se apresenta como dono/vendedor da loja, deslumbra Jenny. Ela sente algo na presença dele, que não consegue explicar. Acaba por sair da loja com o jogo que lhe parecia perfeito para passar uma boa noite com os amigos, pensando que nunca mais veria Julian.

Nessa noite, Jenny e os amigos preparam-se para começar aquele curioso jogo. Dentro da caixa, estava uma casa de papel, que todos ajudam a montar. É dado a cada um deles um cartão, onde deveriam desenhar o seu maior pesadelo, e distribuí-los depois aleatoriamente pelas divisões da casa. O objectivo seria passar por todas as divisões, enfrentar os pesadelos de todos, e chegarem ao topo da casa para vencer. Como "peões", usam bonecos de papel, que cada um deveria "pintar" com as suas características físicas. Para lhes dificultar o jogo, há também duas figuras de "monstros": uma cobra e um lobo.

Até aqui tudo lhes parece bem, até que as instruções do jogo pedem que cada um deles preste um juramento, onde teriam de reconhecer que o jogo era verdadeiro, e que todos estariam a jogar de sua livre vontade. A partir do momento em que começam a jogar, apercebem-se de que afinal aquele jogo tem mais do que aparentava inicialmente, e vêem-se transportados para um mundo paralelo, o Mundo das Sombras. Dão por si numa casa em tudo idêntica à de papel que montaram em casa de Jenny, mas ali tudo é real. Como responsável por esta situação surge Julian, que se apresenta na sua verdadeira identidade de Shadow Man (Homem Sombra), e informa-os da real veracidade daquele jogo: teriam até ao nascer do sol para chegar ao topo da casa, e se assim fosse voltariam ao seu mundo. Se ficassem dentro da casa até depois desse momento, ou não conseguissem enfrentar os seus pesadelos, morreriam.

Tudo isto devido ao facto de Julian se ter apaixonado por Jenny quando ela era apenas uma criança, e a ter observado (e protegido) toda a sua vida.

E sim, por incrível que pareça, a autora conseguiu mesmo arrastar esta premissa durante três livros ("The Hunter", "The Chase" e "The Kill"). E o facto de que ela está a ponderar dar ainda mais continuidade à história, pelo suposto "interesse dos fãs", faz-me pensar que não é possível que haja um maior desperdício de árvores.

A história base não é má de todo, admito. Toda a ideia de um mundo paralelo, onde as Runas são um instrumento de poder, repleto de Sombras que reclamam as almas e corpos de humanos para seu bel-prazer, é algo que poderia ser explorado de uma forma mais negra, ou até romantizada. O facto é que L. J. Smith falhou redondamente nas duas abordagens, o que só por si deve pedir um esforço enorme.

As cenas em que as personagens enfrentam, por exemplo, os seus pesadelos, poderiam ser muito mais sinistras e transmitir algum receio ao leitor, mas dei por mim a não conseguir conter o riso em algumas. Como é que é possível que o maior pesadelo da vida de uma pessoa seja, por exemplo, um quarto desarrumado?

Do lado romântico, também há algo que não encaixa. Jenny é, no início da história, uma namorada completamente submissa, que faz todo o tipo de coisas "porque o Tom gosta", e sente-se bem nesse papel. Surge depois Julian, e parece que Jenny nunca viu outro "homem" bonito na vida dela. Desde que ele aparece e até ao fim da trilogia, ela descreve-o ao pormenor de cada vez que ele dá o ar de sua graça na história. De todas essas vezes, ela diz que não consegue descrever o azul dos seus olhos, mas é certo que tenta. E bastante. Se quisesse fazer uma média, diria que em cada um dos livros, deve haver o equivalente a um capítulo com descrições de Julian, e mais um extra só com os seus olhos.

Fora do seu aspecto físico, há toda a sua estrutura psicológica que não faz qualquer sentido. Sim, ele não é humano, é um ser de outro mundo, mas se ele afirma que ama Jenny, é porque é capaz de sentir emoções, e em todos os aspectos aparenta ser idêntico a um humano. Um ser humano com uns laivos de psicopata, mas basicamente, um ser humano.

Qual é o sentido de Julian raptar todo o grupo de amigos de Jenny, fazendo-os enfrentar a morte por mais do que uma vez, se ele supostamente a ama? E sim, essas situações de quase-morte são também algo por que a própria Jenny tem de passar, talvez ainda mais fortemente do que os restantes.

Portanto, resumindo, Julian amou Jenny toda a sua vida, protegeu-a de todo o mal, mas chegou uma altura em que se fartou (ou aborreceu) e lá decidiu quase fazê-la morrer umas quantas vezes. Talvez seja assim que os Sombras declaram o seu amor...

E o mais impressionante é o facto de Jenny dar por si completamente atraída (para não dizer mesmo apaixonada) por Julian. De cada vez que se encontram, ela sente uma necessidade tremenda de o beijar. Isto enquanto ela ainda está dentro do jogo, ou seja, quando ainda é provável que ela morra por causa dele. Jogo esse, para o qual ele a raptou. E no qual também está o namorado dela, ao qual foi fiel toda a vida, mas nem considera traição estar a beijar a pessoa que os pode matar a todos. Ou ela estava a passar por uma fase bastante estranha da puberdade, ou tem aquele complexo de atracção e perdão pelo seu raptor elevado à décima casa.

Não faz sentido, pois não?

E para além de a abordagem à história não ser a melhor, a forma como está escrita também não ajuda nada. Dei por mim completamente abstraída das cenas, até um ponto em que, por exemplo, chego a uma cena em que todos os personagens estão dentro de uma gruta que começa a ruir, e o meu primeiro pensamento é "Mas espera lá, eles estavam dentro de uma gruta??". Não é uma escrita que prenda o leitor, de todo.

Não me irei estender mais pelos defeitos que encontrei nestes livros, pois acho que se o fizesse acabaria por escrever eu mesma um livro inteiro, do tamanho de uma enciclopédia.

Resumidamente: boa ideia, péssima concretização.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Coisas Que Eu Não Percebo #2

Quando anunciam a data de estreia de um determinado filme, e depois como que por magia, o filme desaparece da lista de estreias durante meses. Andam a jogar às escondidas com as pessoas?

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"O filme está aqui!"

"Agora já não está!!"

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Quero fazer uma encomenda...



Alguém me pode empacotar aquele senhor da direita (com jeitinho, para não perder peças pelo caminho), enviá-lo em correio azul, e fazê-lo chegar a minha casa?

Ficava bastante agradecida!

Aquisições Da Semana #1

Gostava de ter alguma força de vontade no que diz respeito a comprar livros, para me poder controlar, mas é algo que ainda me escapa. Só na última semana, vieram cá para casa mais cinco.


O "Sangue de Anjo" comprei na minha "livraria" habitual, "O Rapaz do Pijama Às Riscas" foi-me oferecido (ou por outras palavras, fiz com que me oferecessem), e os três da fila de cima, foram de uma encomenda do site da Saída de Emergência.

Foi a primeira vez que encomendei livros a partir do site desta editora, e devo dizer que estava à espera de melhor. Ou fui eu que me habituei ao envio bastante cuidadoso da Wook, ou sou picuinhas, não sei. A verdade é que a caixa vinha toda amarrotada, os livros têm algumas mossas (nada de grave, mas mesmo assim), e o que me fez mais confusão, o "O Dardo de Kushiel" vem sem a sobrecapa nova. Ok, é um dos livros que estão a oferecer, mas assim dão mesmo a imagem de que estão como oferta mesmo para despachar os exemplares antigos...

E é bom que eu me comece mesmo a controlar e pare de comprar livros, porque a lista de espera para leitura já está bastante grande!


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Opinião #2: "The Fighter - Último Round" (Filme)

- THE FIGHTER - ÚLTIMO ROUND -

Trailer:



Ficha Técnica:
Biografia, 115 min
Realização - David O'Russell
Argumento - Scott Silver
Interpretação - Mark Wahlberg, Amy Adams, Christian Bale, Melissa Leo

Sinopse:
Dicky Ecklund é uma antiga lenda do pugilismo que desperdiçou os seus talentos e deitou fora a sua oportunidade de grandeza. Micky Ward, o seu meio-irmão, é um pugilista batalhador que viveu toda a vida na sombra do irmão. The Fighter é a história verídica e inspiradora destes dois irmãos que, contra todas as expectativas, se aproximam para treinar para um histórico combate pelo título que irá unir a sua família desfeita, redimir os seus passados e dar finalmente à sua cidade aquilo por que esta tanto espera: orgulho.

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Opinião:

Tal como já tinha referido noutro post, estava indecisa entre ir ver este filme ou o "Indomável" esta semana, e acabei mesmo por me decidir por este. E não fiquei desiludida!

Este filme trata-se, muito para além da história de um pugilista, de um autêntico retrato do amor entre irmãos. Para além das lutas físicas, são os confrontos familiares e até os pessoais que fazem desta história (real) um autêntico relato de perserverança, vitória, e sobretudo, amor.

Dicky Ecklund é, tal como gosta de ser chamado e de chamar a si próprio, "o orgulho de Lowell", a pequena localidade onde sempre viveu com a sua família. Na sua juventude, foi um grande pugilista, tendo até conseguido vencer Sugar Ray Leonard, no seu mais famoso combate. Depois de deixar de combater, tornou-se treinador a tempo inteiro do meio-irmão Micky Ward, que sempre o admirou.

No entanto, a sua vida não foi repleta de vitórias. O seu vício em crack levou-o a ver-se envolvido em todo o tipo de situações, que acabavam com inúmeras visitas à prisão e a constantes desilusões perto do irmão mais novo e do resto da sua família.

Entretanto, Micky Ward está a preparar o seu grande regresso ao mundo do pugilismo. Depois de algumas derrotas, que o desmotivaram cada vez mais de continuar a lutar, vê uma oportunidade de voltar a brilhar no ringue. No entanto, essa oportunidade não lhe surge livre de sacrifícios: Micky vê-se obrigado a escolher entre o apoio incondicional da família (e mais ocasional de Dicky) pela sua carreira, ou a seguir uma nova via, livre de problemas: nova namorada, novo treinador, novo manager.

Será que consegue conciliar estas duas vertentes, afastar-se da sombra do irmão e sair vitorioso na luta da sua vida?

O filme, enquanto biografia, está bem feito. É no entanto difícil de discernir, por vezes, sobre que vida se trata: a de Dicky Ecklund ou Micky Ward. Os dois irmãos eram tão próximos que por um lado é natural que não se consiga referir um sem falar do outro, mas se tivesse de escolher, diria que quem se destaca é realmente Dicky.

E a isto muito se deve a interpretação de Christian Bale, que rouba claramente o protagonismo a Mark Wahlberg (Micky). O actor está irreconhecível neste filme, tendo perdido bastante peso, e quem acompanha o seu trabalho dificilmente dirá que, por exemplo, o último Batman e Dicky Ecklund são interpretados pela mesma pessoa. Ele adoptou todo um conjunto de maneirismos inerentes à sua personagem, a um ponto em que ambos se confundem. Tal como o próprio já referiu várias vezes em entrevistas, Bale deixa-se "absorver" pelas suas personagens quando está a gravar algum filme, algo com que nem todos os actores conseguem lidar (toda a gente ainda se lembrará, certamente, do súbito desaparecimento de Heath Ledger).

Torna-se evidente, então, que é da minha opinião que deveria ser ele a ganhar o Óscar de Melhor Actor Secundário na cerimónia deste ano.

Quanto aos restantes actores, todos estiveram à altura do desafio de representar pessoas "de carne e osso" (que vários admitem que é bastante mais difícil do que com personagens fictícias), e também mereciam alguma distinção. Mas é um facto que é uma luta de gigantes, e este ano é difícil de apontar uma má representação de entre os nomeados.

Do filme em si, tenho a apontar a cinematografia bastante bem conseguida. Tendo em conta a época em que se passa a história, houve todo um cuidado com os pormenores, como por exemplo o tipo de imagem que era visto nas transmissões televisivas da altura. Quando são passados excertos dos programas que as personagens estão a assistir (sejam eles as lutas de Micky ou o documentário feito sobre Dicky), parece mesmo que tudo aquilo foi retirado de um arquivo dos anos 90.

Por outro lado, para quem está à espera de um filme repleto de cenas de acção e de luta, poderá não ficar completamente satisfeito. A esse nível, comparo-o ao filme "The Wrestler", em que o destaque é maioritariamente sobre quem luta, e não propriamente as lutas em si.

Recomendo!

Opinião #1: "O Discurso do Rei" (Filme)

- O DISCURSO DO REI -

Trailer:



Ficha Técnica:
Drama, 118 min
Realização - Tom Hooper
Argumento - David Seidler
Interpretação - Colin Firth, Geoffrey Rush, Helena Bonham Carter

Sinopse:
Após a morte de seu pai, o Rei George V, e da escandalosa abdicação do Rei Eduardo VIII, Bertie, que toda a sua vida sofreu de um debilitante problema de fala, é coroado Rei George VI de Inglaterra. Com o país à beira de uma guerra e a necessitar desesperadamente de um líder, a sua mulher, Elizabeth, futura Rainha-mãe, encaminha o marido para um excêntrico terapeuta da fala, Lionel Logue. Depois de um começo difícil, os dois homens iniciam uma terapia pouco ortodoxa e acabam por formar um vínculo inquebrável. Com a ajuda da sua família, do seu governo e de Winston Churchill, o Rei vai superar a gaguez e tornar-se numa inspiração para o povo.

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Opinião:

Já queria ver este filme há bastante tempo, e não passou desta semana. Era minha opinião que este seria o grande vencedor na noite dos Óscares e, em parte, essa opinião não mudou.

O filme conta-nos a história do Duque de York, filho mais novo do Rei. Toda a sua vida se viu deparado com o problema de gaguez, mas era feliz com a sua mulher e as suas filhas. No entanto, devido à sua posição dentro da família real (e à falta de interesse do irmão mais velho, herdeiro do trono, pela vida política), procura ajuda médica para o seu problema, e apenas a encontra com Lionel Logue, e os seus métodos pouco convencionais.

Sem qualquer tipo de pretensões ao trono, Bertie (alcunha de família que é também adoptada, sem pudor, por Lionel) vê a sua vida mudar de um dia para o outro, quando depois da morte do pai, o seu irmão mais velho é levado a abdicar do trono. Bertie vê-se assim, quase que contra a sua própria vontade, no lugar que nunca cobiçou nem ao pai, nem ao irmão, e depara-se com a iminência de uma guerra com a Alemanha. Na altura em que o seu povo mais precisa de uma figura forte que os guie, ele próprio anda ainda à procura do seu caminho.

O filme está bastante bem feito. Tem um ritmo bom, não caindo na monotonia, o que acontece com alguns dramas, chegando até a ter alguns momentos mais leves de comédia (quase todos pelas mãos de Lionel, interpretado bastante bem por Geoffrey Rush). Dessas cenas, a que me ficou mais gravada na memória passa-se logo no princípio do filme, quando Bertie e Lionel estão na sua primeira consulta, e o Duque, pouco confiante, lhe diz que procurou ajuda perto dos melhores médicos de Inglaterra, sem resultados. Quando Lionel lhe diz directamente que eles seriam, então, incompetentes, dá-se a seguinte troca:

Bertie: - They've all been knighted!
Lionel: - Makes it official, then.

Pode não parecer nada de mais, mas foi a primeira de várias cenas em que não consegui evitar rir-me.

Por várias vezes o Duque desiste de continuar os tratamentos com Lionel (que passavam por dançar, cantar, rebolar pelo chão ou até recorrer a profanidades), mas vê-se sempre de volta ao seu gabinete. O nascimento gradual da forte amizade que os une, e uniu durante o resto das suas vidas, é um dos pontos positivos a apontar às interpretações brilhantes de ambos os actores.

E claro, não se pode deixar de referir Helena Bonham Carter, no papel de esposa de Bertie, a (futura) Rainha Elizabeth. Tal como o marido, não tinha qualquer desejo de realeza. A sua vida era dedicada ao marido e às filhas, e é por isso que não desiste de tentar ajudar Bertie a resolver o seu problema, e está sempre a seu lado, apoiando-o em todos os passos importantes da sua vida. Interpretação também bastante boa da actriz, que nos habituou a papéis mais fora do comum (como o de Rainha Vermelha em "Alice no País das Maravilhas", ou Bellatrix Lestrange nos filmes de Harry Potter. E quem se esquece de Ms. Lovett em "Sweeney Todd"?), aqui a mostrar alguma da sua variedade.

No geral, é um filme que nos mostra que com força de vontade, conseguimos ultrapassar todas as adversidades com que nos deparamos na nossa vida, e que de um homem simples se pode fazer um Rei respeitado por todos.

Não encontro pontos negativos a apontar ao filme, a não ser algo que me ficou na cabeça, de uma cena bastante simples e que até, no fundo, compreendo (é o ponto fulcral do filme, não podia ser despachado, e sendo baseado na realidade, não havia muita volta a dar). Como é que, tendo o Rei um problema de fala, lhe passam para a mão um discurso de três páginas?

Agora, palpites para os Óscares: Espero que Colin Firth ganhe o de Melhor Actor, porque certamente o merece. Faz um papel brilhante, e não é qualquer um que conseguiria fingir uma gaguez daquelas. Claro que o papel não se resume a isso, mas este caso apenas me faz pensar no facto de Philip Seymour Hoffman também o ter ganho por Capote. Penso que aqui não terei muitas surpresas. Para Melhor Actriz Secundária penso que, de entre as nomeadas, também é Bonham Carter que se destaca mais (embora não tenha visto as actuações de todas as nomeadas).

No que diz respeito a Actor Secundário é que já não tenho tantas certezas. Embora Geoffrey Rush faça um belo papel, é um pouco "ofuscado" por Colin Firth, quando por exemplo no caso de Christian Bale no filme "The Fighter", seja este a roubar quase que por completo o protagonismo.

Quanto às restantes nomeações, penso que vai ser bastante dividido, pois há bastantes bons filmes nomeados este ano.

Veremos o que acontece!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Indecisa

Andei a ver os filmes que estrearam, e estou indecisa entre dois para ir ver esta semana:

"Indomável", ou "The Fighter"?



O "Indomável" não é de todo o meu género de filme, e gosto bastante do trabalho do Christian Bale, o que me inclina mais para o "The Fighter". Mas estão ambos nomeados para os Óscares, e eu tento sempre ter algum conhecimento de causa quando estou a ver a cerimónia.

Qual é que devo ir ver?

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Lista de Séries 2011

Ver séries é, para além dos livros e dos filmes, um dos meus hobbies favoritos (sim, sou um bocado sedentária!). Estão sempre a aparecer séries que eu penso cá para mim, "Olha, gostava de ver isto!", mas depois vou adiando, adiando...

Por isso decidi fazer uma lista com as séries que quero começar/retomar/voltar a ver desde o início. Isto sem contar já com aquelas que estou a acompanhar ao ritmo em que são exibidas. Acho que vai ser bastante longa... Vamos ver se até ao fim do ano, consigo dar um avanço nisto!

-LISTA DE SÉRIES-
  • One Tree Hill (3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8)
  • Supernatural (1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6)
  • The Big Bang Theory (1 -2 - 3 - 4)
  • Misfits (1 - 2)
  • Dexter (5)
  • 30 Rock (1 - 2 - 3 - 4 - 5)
  • Ugly Betty (1- 2 - 3 - 4)
  • Castle (1 - 2 - 3)
  • No Ordinary Family (1)
  • White Collar (1 - 2)
  • Better Together (1)
  • Bones (1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6)
  • Gossip Girl (1 - 2 - 3 - 4)
  • Accidentally on Purpose (1)
  • Gary Unmarried (1 - 2)
  • Hawaii 5-0 (1)
  • S#*! my Dad Says (1)
  • Life Unexpected (1 - 2)
  • L Word (1 - 2 - 3 - 4- 5 - 6)
  • The O.C. (1 - 2 - 3 - 4)
  • Angel (1 - 2 - 3 - 4 - 5)
  • Pushing Daisies (1 - 2)
  • Eureka (1 - 2 - 3 - 4)
  • Being Human (2)
  • The Gates (1)
E, por enquanto, são "só" estas. Mas sei que me estou a esquecer de algumas (por incrível que pareça, com o metro e meio que esta lista já tem), por isso irei actualizando este post se me lembrar de mais :)

Aceito sempre sugestões de novas séries para ver! (embora a lista de espera, como se pode ver, seja quase tão grande como no Sistema Nacional de Saúde.)

No fim deste ano espero ter pelo menos algumas destas completamente vistas :)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011



Porque é que os programas não podiam ser assim quando eu era miúda?

"Hi! I'd like to tell you about a book I read called Twilight..."

Coisas Que Eu Não Percebo #1

A moda que anda a surgir por estes lados do Atlântico dos cigarros electrónicos.

Há bastantes métodos para quem quer deixar de fumar (ou reduzir a quantidade que fuma), mas ultimamente só oiço falar disto.

Admitam lá... Só querem começar a fumar destes cigarros, para verem se ficam tão sexys como o Johnny Depp n' "O Turista!"

E tenho dito.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Desafio: Fantasia

Ora bem, como a minha pessoa até gosta bastante de ler, e pelo menos durante os próximos tempos não vai ter nada de melhor que fazer com o seu tempo (e falar de mim na 3ª pessoa é estranho...), decidi (com um pequeno empurrãozinho amigável da Lóide), juntar-me a este desafio de leitura.

6 meses, 10 temáticas relacionadas com fantasia. Um dos meus géneros favoritos, por isso não será de todo difícil de concretizar.

Aqui ficam então as temáticas, e aproveito já este post para as preencher com os livros que já li que se enquadram em cada uma (dado que o desafio começou em Janeiro, só com livros que li desde então. Batota não é um dos meus fortes!)


1. Vampiros
2. Lobisomens
3. Anjos
4. Demónios
5. Dragões
6. Fantasmas
7. Bruxos / Feiticeiros
8. Deuses / Deusas
9. Fadas
10. Videntes (seres humanos com habilidades mentais de qualquer tipo.)

Dos quais, já completei:

1. Vampiros - "Desejo Insaciável", Kresley Cole
2. Lobisomens
3. Anjos - "Torment", Lauren Kate
4. Demónios - "Jogos na Noite", Sherrilyn Kenyon
5. Dragões
6. Fantasmas
7. Bruxos / Feiticeiros
8. Deuses / Deusas
9. Fadas
10. Videntes

30 Seconds To Mars



One night, one night to change your life

One love, one love to lose your mind

Heaven can wait, this i know

Heaven can wait, it's our time to go

Go go go go go go


Lembro-me de gostar de uma ou outra música deles já há uns anos, mas tudo mudou depois do concerto de Dezembro. Fui mais por já ter saudades de ir a um concerto, e porque até tinha companhia, e acabou por ser o melhor concerto a que já fui. Valeu bastante a pena, e ganhei oficialmente uma nova banda favorita!

Agora, que venha daí o Alive!

E já agora, querida organização:



Tragam cá também estes meninos, sim? Aí sim, seria uma rapariga bastante feliz!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

And the blog is born!

Hello there :)

Não me parece que seja necessário um grande discurso quando se começa um blog, e dado que este já não é o primeiro, nem o segundo, nem o terceiro (ok, acho que já perceberam!) que eu faço, já fiquei literalmente sem ideias para o que dizer num primeiro post.

Vamos ver se este dura mais do que uma semana antes de eu me aborrecer?


- Sofia