quarta-feira, 30 de março de 2011

Day 26 - A Song That You Can Play On An Instrument


Frère Jacques

É muito provavelmente a única música que sei tocar (isto se ainda me lembrar), e não o devo fazer desde mais ou menos a idade destes miúdos. Sim, eu sou um prodígio musical.

terça-feira, 29 de março de 2011

Coisas Que Eu Não Percebo #3

Porque é que há pessoas que, quando está a chover, andam com o chapéu de chuva aberto, mas debaixo das varandas/etc dos prédios? Têm medo que o chapéu se molhe?


Day 25 - A Song That Makes You Laugh



Soul Control - Chocolate (Choco Choco)

Por incrível que pareça, eu cheguei a usar parte desta música para um trabalho de rádio da faculdade xD E por isso, sempre que me calha passar por ela, farto-me de rir.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mais uma!

Acho que tenho de juntar às livrarias as lojas de roupa na minha lista de "sítios a não visitar pela saúde da minha carteira". Hoje comprei mais uma peça!


Day 24 - A Song That You Want To Play At Your Funeral



AC/DC - Highway To Hell

Digam lá que não era um grande funeral! Mas agora a sério, sinceramente não faço ideia, mas seria decididamente uma música nada comum para a situação, não quero desaparecer deste mundo com gente a chorar/lamentar/etc, por isso uma música deste género seria algo que impediria que isso acontecesse.

Opinião #9: "O Retrato de Dorian Gray" (Livro)

- O RETRATO DE DORIAN GRAY -

Capa:


Autor:
Oscar Wilde

Informação:
Edição/reimpressão - 2003
Páginas - 223
Editor - Público
ISBN - 8496075648
Colecção - Mil Folhas
Idioma - Português

Sinopse:
Nesta obra, a personalidade dividida de Dorian Gray é representada por uma inversão misteriosa da ordem natural, através da qual a sua verdadeira face conserva a juventude inviolada enquanto o retrato é macerado pelo passar dos anos, até ao dia em que a faca cravada na tela reconduz à arte a sua serenidade impassível e ao ser vivo a sua transição para a morte.

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Opinião:

Devo começar por dizer que sou bastante suspeita para falar deste livro, porque sempre adorei a história do Retrato de Dorian Gray, desde miúda (embora não me lembre de como a conheci). Mesmo por gostar tanto é que andava já há anos para ler o livro, e foi desta.

O livro não me desiludiu de todo, e se foi possível passei a gostar ainda mais da história. Não consigo explicar o que me atrai nela, mas simplesmente adoro. Não sou de todo pessoa para ler livros com este tipo de linguagem ("de época", se é que a posso descrever assim), e muito menos livros em que uma conversa casual entre duas personagens mais parece um discurso filosófico, mas dei por mim a não conseguir pousar o livro.

O que mais nos prende a esta história é a forte transformação da personagem de Dorian Gray ao longo do livro. Ele começa como um jovem rapaz ingénuo, e acaba como um homem completamente corroído pelos males do mundo e afectado de uma forma basilar pelas más influências que teve ao longo da vida. Como é que uma pessoa se pode deixar mudar tanto por ideias que lhe são transmitidas pelos supostos amigos?

E adoro toda a ideia de a alma dele estar representada na forma do quadro, que ele esconde de toda a gente para ninguém se aperceber da sua fealdade interior, quando apenas mostra a sua aparência física, inalterada pelo tempo ou pelas suas acções. É uma analogia que pode ser transportada para qualquer tempo na história, e é o que acaba por também dar mais interesse à história.

Acabamos por dar por nós a pensar... Com que aspecto estaria o meu quadro?

domingo, 27 de março de 2011

Compras!

Ora bem, hoje numa ida não programada ao Freeport (ao qual nunca tinha ido), fiz mais umas compras na minha "missão" de renovar o meu guarda-roupa de Verão. Acabei por comprar tudo na mesma loja, mas realmente foi a única que me agradou!



Day 23 - A Song That You Want To Play At Your Wedding



Glee Cast - Marry You

sábado, 26 de março de 2011

Aquisições Da Semana #3

Foram estes os livros que esta semana vieram parar à minha estante:

"As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia", de Marion Zimmer Bradley (comprado na Bibliofeira), "O Clã da Loba" de Maite Carranza e "A Luz do Fogo" de Sophie Jordan (para dar uso ao cartão da Fnac recebido nos anos).

Decidi que me era mais prático colocar o que fosse relacionado com compras de livros na mesma tag, por isso todos os posts que forem apenas sobre os livros que adiciono à minha "biblioteca", têm agora a etiqueta "Aquisições da Semana" (ninguém se vai interessar por isto sem ser eu, mas pronto, fica a nota).

Day 22 - A Song That You Listen To When You’re Sad



The Red Jumpsuit Apparatus - Your Guardian Angel

Opinião #8: "Ossos Perdidos" (Livro)

- OSSOS PERDIDOS -

Capa:


Autora:
Kathy Reichs

Informação:
Edição/reimpressão - 2007
Páginas - 286
Editor - Texto Editores
ISBN - 9789724734354
Idioma - Português

Sinopse:
Nos sombrios dias de Dezembro, Temperance Brennan viaja até Montreal para testemunhar como perita num julgamento por homicídio. Devia estar a rever os seus apontamentos, mas, em vez disso, está a escavar na cave de uma pizaria, o que não é divertido, além de estar um frio de rachar e de as ratazanas abundarem. E agora, os restos mortais de três jovens mulheres são postos a descoberto. Como vieram aqui parar? Quando morreram? O Detective de Homicídios Luc Claudel, acredita que se tratam de ossos antigos, uma vez que o dono da pizaria encontrou botões do século XIX junto dos esqueletos. Mas há algo que não bate certo. De volta ao seu laboratório, Temperance examina os ossos e estabelece a idade aproximada por análise de Carbono 14. Um estudo mais aprofundado ao esmalte dos dentes diz-lhe onde nasceram as mulheres. Se estiver certa, Claudel tem em mãos três homicídios recentes. Enquanto Temperance procura por respostas, dá por si envolvida numa teia maléfica da qual pode não conseguir escapar. Mulheres desapareceram, para nunca mais regressarem. E Temperance pode ser a próxima.

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Opinião:

Tenho andado um pouco desleixada quanto a deixar opiniões aqui no blog, mas quero ver se agora deixo um pequeno comentário de cada livro que leio. Este em especial estava na minha lista de espera de leitura já há algum tempo, e aproveitei o facto de ser relativamente pequeno para o "despachar" agora no fim do mês. Pensei que fosse uma leitura leve, mas acabei por me ver deparada com um tema que, mesmo que seja do meu interesse, nos fica a pairar na cabeça durante uns tempos.

Para quem não sabe (mas devem ter notado pelo nome da personagem principal), é nos livros desta autora que se baseia a série televisiva "Ossos". Foi o que me chamou mais a atenção no livro, pois gosto bastante da série, e por isso queria experimentar um dos livros. Mas devo dizer que a única coisa em comum é mesmo o facto de haver uma Temperance Brennan, que é Antropóloga Forense. Não há mais nenhuma das personagens da série (pelo menos neste livro, não sei se acontece o mesmo nos outros), e a personalidade distinta de Temperance na série não está tão presente na sua versão "escrita".

Mas adiante, passemos à história do livro. Tal como em qualquer episódio da série, o livro começa com o aparecimento de ossos num sítio fora do comum, neste caso a cave de uma pizaria (e devo dizer que as descrições sanitárias do local me deixaram com vontade de me manter afastada desse tipo de restaurantes por uns tempos).

O que ao início parece um "simples" caso de ossos antigos, que deveria ser entregue aos Arqueólogos, mais tarde se descobre, com a insistência de Brennan em desvendar a identidade daquelas três raparigas, que é algo bastante recente e muito mais grave do que o previsto.

Devo dizer que gostei da história. Ao início custou-me um pouco perceber onde é que aquela história levaria, mas quando, a pouco e pouco, se vai vendo o caso a ser desvendado, realmente é uma história bastante boa. Tem uma pequena reviravolta perto do fim, já depois de se dar a entender ao leitor que tudo foi posto "em pratos limpos", e isso é algo que gosto quando estou a ler, de ser apanhada de surpresa.

Trata também de um tema que sempre me suscitou interesse, e dado que não vinha referido em nenhuma sinopse, fiquei bastante surpreendida por poder ver um caso desses ser trabalhado num livro.

Se gostam da série, recomendo, pois mesmo sendo diferente, tem todo aquele "mistério" inerente a cada episódio, e é uma leitura relativamente rápida para fazer entre livros mais volumosos. Irei com certeza ler mais algum livro da autora.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Day 21 - A Song That You Listen To When You’re Happy

Quando estou feliz oiço de tudo, desde que não seja música deprimente. Ultimamente ando numa de me virar para esta música, porque tem uma sonoridade que, estando bem disposta, me deixa melhor. E lembra-me bons momentos.



30 Seconds to Mars - Closer To The Edge

quinta-feira, 24 de março de 2011

Day 20 - A Song That You Listen To When You’re Angry

Boa pergunta... Quando estou mesmo chateada não oiço música, para não correr o risco de ensinar o meu ipod a voar. Mas quando estou assim um pouco para os lados do aborrecida com alguma coisa, tento ouvir algo que me anime.

Ultimamente recorro ao meu último vício que envolve música. Não consigo ouvir a maioria das músicas sem me começar a rir (digo a maioria porque há algumas que são mais calminhas e sérias), e por muito estranho que pareça, é o que me faz melhor quando estou chateada. Ajuda a descomprimir.



Team Starkid - Get Back To Hogwarts

Desafio: Fantasia (Actualização #3)


1. Vampiros - "Desejo Insaciável", Kresley Cole
2. Lobisomens
3. Anjos - "Torment", Lauren Kate
4. Demónios - "Jogos na Noite", Sherrilyn Kenyon
5. Dragões
6. Fantasmas
7. Bruxos / Feiticeiros - "A Cidade de Vidro", Cassandra Clare
8. Deuses / Deusas
9. Fadas - "A Cidade das Cinzas", Cassandra Clare
10. Videntes

Day 19 - A Song From Your Favorite Album

Eu não tenho um álbum favorito, portanto esta questão torna-se difícil. Para a contornar, vou dizer uma música do meu álbum favorito de uma das minhas bandas favoritas.



Avenged Sevenfold - Afterlife

terça-feira, 22 de março de 2011

Opinião #7: "Sou O Número Quatro" (Filme)

- SOU O NÚMERO QUATRO -

Trailer:



Ficha Técnica:
Ficção Científica, 109 min
Realização - D. J. Caruso
Argumento - Alfred Gough, Miles Millar
Interpretação - Alex Pettyfer, Diana Agron, Kevin Durand, Teresa Palmer, Timothy Olyphant

Sinopse:
Adolescentes alienígenas tentam adaptar-se à escola na Terra depois do planeta onde viviam ter sido destruído por uma espécie inimiga. No entanto, rapidamente descobrem que estão a ser perseguidos na Terra pela mesma espécie que destruiu o planeta de onde vieram.

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Opinião:

Andava há bastante tempo com vontade de ver este filme (e ainda mais depois de ter lido o livro), por isso foi a escolha óbvia para a ida ao cinema no meu aniversário. Como já opinei sobre o livro, não vou comentar a história, mas sim apenas o filme em si.

Devo dizer que o filme até está bastante bem feito visualmente, e visto isoladamente está bem estruturado, mas enquanto adaptação de livro deixa mesmo bastante a desejar. A única coisa que se mantém igual é a premissa base da história, de resto fizeram bastantes alterações. E não apenas na história, até na caracterização das personagens se notaram diferenças.

Nesse aspecto fiquei um pouco desiludida, pois havia umas quantas cenas que queria mesmo ver, e acabei por não ver uma grande parte do livro transposto no filme. É compreensível que se cortem partes nestas adaptações, pois não dá para mostrar absolutamente tudo num filme de hora e meia, mas fazerem alterações, e em coisas tão básicas... Está uma adaptação mesmo bastante livre.

Não deixa de ser um bom filme, e até há algumas cenas que não se encontram no livro e que gostei de ver, mas foi difícil abstrair-me da ideia que tinha do livro, pois estava constantemente a pensar "Agora vai acontecer isto", e depois ser algo completamente ao contrário.

Portanto, o meu conselho: vão ver o filme se gostam deste género; mas em relação ao livro, se o quiserem ler, das duas uma: se lerem antes de ir ao cinema, tenham plena consciência de que vão ver bastantes coisas diferentes, e não se agarrem à história, ou leiam apenas depois de ver o filme.

Day 18 - A Song That You Wish You Heard On The Radio


Darren Criss - Not Alone

segunda-feira, 21 de março de 2011

Birthday Gifts

Tal como já tinha "prometido", aqui ficam umas fotos daquilo que recebi este ano :)

Andava há MESES a pseudo-desesperar por uma estante nova (que os livros ainda não flutuam, se não nem precisava de onde os meter), e não havia maneira de encontrar uma ao meu gosto que coubesse no único espaço que consegui arranjar para (mais) uma estante no meu quarto. Quando já nem andava à procura, num dia de compras para a casa, pumba, aparece-me uma. Era para a comprar eu, mas como a minha mãe não sabia o que me oferecer, ficou como prenda. A madeira é bastante boa, foi barata (em comparação com muitos preços que vi), e em cada espaço dá para fazer duas filas de livros e ainda deitar mais alguns em cima, portanto vou estar bastante tempo com este problema resolvido!

E para inaugurar a estante nova, recebi também dois livros (que aqueles ali atrás são parte da minha lista de espera): "O Leão Escarlate" como prenda do pai, o "Exílio" foi prenda da Lóide. Ainda me ofereceram mais um livro, mas como já o tinha, vai ser trocado por um cartão da fnac, logo estes dois vão ter companhia, ainda por determinar.

Em primeiro lugar, sim, aquela "coisa" ali preta e vermelha é mesmo o que parece lol Estas coisinhas foi tudo oferta do pai, e eu bem que estava a precisar de um jogo novo, que o que costumo jogar mais já está praticamente acabado. E quanto à t-shirt... Digamos que deve dar um pijama confortável :P

Esta foi a minha prenda para a minha própria pessoa. Mandei estampar este top, e quem não conhecer a referência é um muggle que nunca vai descobrir as maravilhas do voo intergaláctico para Marte, ou conhecer o Rumbleroar!

E pronto, maioritariamente (e no que diz respeito a prendas "físicas"), foi isto. Eu gosto mais de dar prendas do que receber, mas fiquei bastante satisfeita com o que recebi este ano (não fosse eu um bicho de biblioteca que adora tudo o que está relacionado com livros).

Agora só espero estar cá bastantes mais anos para lhes dar uso! :)

Day 17 - A Song That You Hear Often On The Radio



Pink - Fuckin' Perfect

Ninguém mos quer oferecer?




Seria uma rapariga bastante feliz!

domingo, 20 de março de 2011

Day 16 - A Song That You Used To Love But Now Hate

E este já é o de hoje. Já me aconteceu isto com tantas músicas, que é difícil escolher uma. Mas vá...




Shontelle - Impossible

Não "adorava" a música, mas gostava de a ouvir. A partir do momento em que começou a dar em todo o lado, enjoei tanto que basta-me ouvir o início que mudo logo.

Day 15 - A Song That Describes You

Este é de ontem, mas já vim para a net tarde e não me apeteceu estar a fazer isto. Mas pronto, até é dos dias mais fáceis.



12 Stones - Anthem For The Underdog

sábado, 19 de março de 2011

Parabéns para mim!

Pois é, estou naquele dia do ano em que a maioria das pessoas se lembra, das duas uma: ou de ser egocêntrica e esquecer o resto que se passa no mundo, porque é o dia que marca a sua vinda para o dito cujo, ou de começar a desesperar e a procurar cabelos brancos.

Como não me parece que haja crise dos 22, e o cabelo está igual a como estava ontem, fico-me por falar um pouco do meu dia.

Devo dizer que já não sou pessoa de ligar muito a aniversários: até aos 18 anos havia aquela ansiedade, mas a partir daí, "é mais um". Mais uma daquelas coisas em que pensamos "a minha mãe tinha razão".

Mas adiante: foi um dia bastante bom. Como se costuma dizer, "dividi o mal pelas aldeias" e este ano consegui festejar com praticamente toda a gente que é importante para mim (só não foi toda porque ainda não pude estar com o meu pai, mesmo tendo sido também o dia dele). E para mim, isso é o mais importante :)

Quanto a prendas, não houve assim grandes surpresas, pois também não pedi nada de especial. Fico bastante contente com a estante que recebi, o dinheirinho que deu para pagar as despesas do "festejo", os dois livros (um dos quais tem de ser trocado, e o outro oferecido pela Lóide), e o que quer que seja que o meu pai me vai oferecer. E o que ofereci eu mesma à minha pessoa, mas depois quando tiver tudo junto posto uma fotografia.

E pela primeira vez, acho que se vai concretizar o desejo que pedi a morder a vela... (logo se verá).

Que venham bastantes mais, mas por favor só um de cada vez! :)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Desafio: Fantasia (Actualização #2)


1. Vampiros - "Desejo Insaciável", Kresley Cole
2. Lobisomens
3. Anjos - "Torment", Lauren Kate
4. Demónios - "Jogos na Noite", Sherrilyn Kenyon
5. Dragões
6. Fantasmas
7. Bruxos / Feiticeiros
8. Deuses / Deusas
9. Fadas - "A Cidade das Cinzas", Cassandra Clare
10. Videntes

Day 14 - A Song That No One Would Expect You To Love

Eu não sou pessoa de ter gostos musicais imprevisíveis, e muito menos gostos "secretos". Mas vá...



Jon McLaughlin - Beautiful Disaster

Escolhi esta simplesmente porque é de um dos artistas que costumo ouvir e que penso que não seja assim tão conhecido (daí o ninguém esperar que eu ouvisse, por não o conhecerem. Eu sei, é um pouco a fugir à questão, mas foi o melhor que se arranjou!).

quinta-feira, 17 de março de 2011

Day 13 - A Song That Is A Guilty Pleasure

Sinceramente, não me lembro de nenhuma que se aplique agora. Ultimamente não tenho tido nenhum "guilty pleasure" musical, ando a gostar de músicas minimamente decentes eheh. Mas lembro-me de uma música que, já há uns bons meses atrás, eu até gostava de ouvir, com plena consciência de que é péssima (toda a gente tem os seus momentos maus, não é? lol).



Mohombi - Bumpy Ride

quarta-feira, 16 de março de 2011

Day 12 - A Song From A Band You Hate

"Ódio" é uma palavra um bocado forte, há simplesmente bandas que não fazem o meu género de música. Tinha mais que fazer do que andar a odiar pessoas que não conheço de lado nenhum... Nessa nota, não é uma banda que "odeie", simplesmente não gosto da "música", são-me completamente indiferentes.



Dzrt - Feeling

Esta música em específico teve o dom de me irritar na altura em que saiu, porque estava em todo o lado. E uma pessoa que conheci estava constantemente a ouvi-la no telemóvel, para mal dos meus ricos ouvidos habituados a boa música.

terça-feira, 15 de março de 2011

Day 11 - A Song From Your Favorite Band

Tenho várias bandas de que gosto bastante, mas só por uma é que já fiz coisas que não me via a fazer facilmente por outra qualquer (nota para o futuro: dormir ao relento é péssimo para as costas...).



Tokio Hotel - Spring Nicht

segunda-feira, 14 de março de 2011

Arrumações & Compras

Hoje, num dos meus raros momentos de "Apetece-me Ir Comprar Roupa!" (que são raros pelo facto de ser preguiçosa demais para chegar ao ponto de ter força de vontade suficiente para a experimentar), encontrei algumas peças para (começar a) renovar o meu guarda-roupa de Verão.

Ainda relacionado com guarda-roupa (mas mais para sul), este fim-de-semana num dos meus também raros momentos de arrumação do meu quarto, encontrei umas sabrinas que comprei há anos e que já nem me lembrava que tinha (sim, o meu quarto é uma espécie de vortex onde as coisas desaparecem sem rasto). E eu que andava para comprar calçado!

Tenho de arrumar o meu quarto mais vezes, para ver se tenho mais alguma coisa perdida no tempo!

Day 10 - A Song That Makes You Fall Asleep

Não tenho por hábito ouvir música antes de dormir, e oiço por norma músicas bastante mexidas, por isso assim de repente não me recordo de nenhuma que me dê especialmente sono.

Pode ser uma que me costumava dar sono?? :P



Música do Vitinho

domingo, 13 de março de 2011

Day 09 - A Song That You Can Dance To

Dado que eu não consigo dançar nem para salvar a minha vida, esta seria uma pergunta um pouco hipotética. Mas vá...



Naya Rivera - Valerie (Glee Version)

Sempre que oiço esta música (tanto esta versão como a original, mas ultimamente tenho ouvido mais esta), não consigo evitar uma "dançazinha" enquanto a acompanho.

sábado, 12 de março de 2011

Day 08 - A Song That You Know All The Words To

Neste dia teria de postar pelo menos metade das músicas que tenho no computador! (se não fossem mais. Se há coisa para a qual tenho boa memória, é letras de músicas!) Mas pronto, aqui fica uma a que sempre achei piada conseguir cantar do início ao fim sem me enganar.



Nickelback - Animals

sexta-feira, 11 de março de 2011

Desastre no Japão


É nestes momentos que uma pessoa se mete a pensar que a nossa vida pode mudar de um minuto para o outro: agora estamos bem, daqui a pouco estamos no meio de um completo desastre. Pensamos que os nossos problemas pessoais são maus, que estamos no pior dos nossos dias, mas do outro lado do mundo há pessoas a lutar contra a natureza pela própria vida.

Tomamos tanta coisa como garantida...

Só espero que as coisas não piorem ainda mais, e que o resto do mundo consiga enviar ajuda assim que seja possível!


Though we may come from different countries
and speak in different tongues,

our hearts beat as one.
- Albus Dumbledore

Day 07 - A Song That Reminds You Of A Certain Event



30 Seconds To Mars - Kings And Queens

quinta-feira, 10 de março de 2011

Day 06 - A Song That Reminds You Of Somewhere

Esta música é TÃO parva, mas lembra-me as férias de Verão de 2009. Sempre que ligávamos a televisão num canal de música, era certo que este vídeo passava!



David Tavare - Oh La La

Day 05 - A Song That Reminds You Of Someone

A mais fácil até agora. Nem sequer é pela música em si (que não é NADA o meu género de música), mas pela história por trás do facto de eu conhecer sequer a música. E é o máximo que eu consigo explicar sem contar um episódio de meses da minha vida.



Bobby Valentino - Slow Down

terça-feira, 8 de março de 2011

Day 04 - A Song That Makes You Sad

Esta já não é tão difícil... Tenho uma longa história com esta música, e sempre que a oiço lembro-me desses momentos menos maus, por isso é a mais apropriada para este dia.



Simple Plan - Welcome To My Life

segunda-feira, 7 de março de 2011

Day 03 - A Song That Makes You Happy

Este desafio está a ser impossível de responder só com uma música em cada dia! Mas pronto, lá terá de ser...



Bon Jovi - It's My Life

Não me perguntem porquê, mas não consigo ouvir esta música sem ficar com um sorriso na cara.

domingo, 6 de março de 2011

Day 02 - Your Least Favorite Song

Tal como com a música favorita, esta também é difícil, pois não ando propriamente a apontar qual é a música que detesto mais. Músicas de que gosto é fácil, agora quando não gosto faço por me esquecer delas.

Sinceramente, não sei o que pôr aqui, portanto vai um pouco "ao calhas".



Lil Wayne feat. Static - Lollipop

Tudo o que seja deste tipo de "artistas" eu nem sequer considero música, portanto de certo modo encaixa no "espírito" do desafio.

sábado, 5 de março de 2011

Day 01 - Your Favorite Song

Esta é impossível de responder, portanto vou dizer qual é a última música que me lembro de ouvir dias seguidos sem parar, e que mesmo assim ainda não me fartei dela.




Daughtry - Life After You

30 Day Song Challenge

Encontrei este Challenge no facebook, e acho que é a minha cara, por isso vou ver se o consigo terminar! :) Quem quiser que se junte também!

- 30 DAY SONG CHALLENGE -

day 01 - your favorite song
day 02 - your least favorite song
day 03 - a song that makes you happy
day 04 - a song that makes you sad
day 05 - a song that reminds you of someone
day 06 - a song that reminds you of somewhere
day 07 - a song that reminds you of a certain event
day 08 - a song that you know all the words to
day 09 - a song that you can dance to
day 10 - a song that makes you fall asleep
day 11 - a song from your favorite band
day 12 - a song from a band you hate
day 13 - a song that is a guilty pleasure
day 14 - a song that no one would expect you to love
day 15 - a song that describes you
day 16 - a song that you used to love but now hate
day 17 - a song that you hear often on the radio
day 18 - a song that you wish you heard on the radio
day 19 - a song from your favorite album
day 20 - a song that you listen to when you’re angry
day 21 - a song that you listen to when you’re happy
day 22 - a song that you listen to when you’re sad
day 23 - a song that you want to play at your wedding
day 24 - a song that you want to play at your funeral
day 25 - a song that makes you laugh
day 26 - a song that you can play on an instrument
day 27 - a song that you wish you could play
day 28 - a song that makes you feel guilty
day 29 - a song from your childhood
day 30 - your favorite song at this time last year

Opinião #6: "I Am Number Four" (Livro)

- I AM NUMBER FOUR -

Capa:

Autor:
Pittacus Lore

Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 400
Editor - PENGUIN BOOKS LTD
ISBN - 9780241953570
Colecção - Roger Chapman Mystery
Idioma: Inglês

Sinopse:
John Smith is not your average teenager. He regularly moves from small town to small town. He changes his name and identity. He does not put down roots. He cannot tell anyone who or what he really is. If he stops moving those who hunt him will find and kill him. But you can't run forever.

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Opinião:

Novamente um livro em inglês (estive numa fase em que foi o que me apetecia ler), por isso antes que tudo, um breve resumo.

John Smith é, literalmente, de outro mundo. Quando era ainda uma criança, o seu planeta natal, Lorien, foi atacado e invadido pelos Mogadorians, o povo de um outro planeta. Os únicos sobreviventes, para além de John, foram outras oito crianças e os seus respectivos protectores, que foram enviadas como a última esperança do seu planeta, agora destruído, para a Terra.

Mas os Mogadorians não deixam trabalhos inacabados, e por isso seguem este grupo até ao nosso planeta, com o intuito de os matar a todos. Por isso, as nove crianças são separadas e escondidas em pontos opostos do globo, onde não podem dar nas vistas e fingirem ser simples crianças humanas, de maneira a não serem descobertas. Isto tudo seria muito mais simples se todos eles não começassem a desenvolver poderes sobrenaturais muito difíceis de esconder.

O livro começa com a morte da Número Três (por segurança nenhum deles sabe os nomes uns dos outros, onde estão ou se são rapazes ou raparigas, por isso tratam-se apenas pelos seus números). Derivado a uma protecção que lhes foi lançada antes de saírem do seu planeta, os Nove apenas podem ser mortos em sequência, e com o desaparecimento da Número Três, John sabe que virão atrás dele a seguir, pois ele é o Número Quatro.

Depois de mais uma de uma longa lista de mudanças, John e o seu protector, Henri, instalam-se na pequena localidade de Paradise. Aí John conhece Sarah e Sam, e vai contra aquilo que Henri sempre lhe disse para nunca fazer: começa a criar raízes naquele local, encontra finalmente um amigo em quem pode confiar e uma rapariga de quem começa a gostar bastante, mas que nunca poderá saber quem ele realmente é. E sendo ele o próximo na lista, é uma questão de tempo até que o encontrem, e que tenha de partir novamente...

Devo dizer que gostei bastante deste livro. Não está dentro do género que costumo ler, mas está bastante bem escrito, é uma história muito original, e é difícil de parar de ler! Logo a partir da primeira página, a curiosidade vai puxando o leitor aos poucos para todo aquele mundo que mesmo sendo-nos estranho, é tão parecido com o nosso. Faz-nos pensar sobre aquilo que nós próprios estamos a fazer ao nosso planeta, e o que é uma possibilidade no nosso futuro, por muito longínquo que seja. Terem conseguido incluir esta vertente ambientalista num livro destes, de uma forma evidente mas ao mesmo tempo subentendida, foi algo que me surpreendeu.

Quanto à adaptação que foi feita para cinema, fiz questão de ler o livro antes de ir ver o filme porque já é do conhecimento geral que as adaptações nunca são perfeitas. Depois de o ler fui rever o trailer, e só pelas cenas que lá estão incluídas nota-se perfeitamente que foram feitas mudanças, por isso estou curiosa para ver se o filme está a um nível próximo do livro (porque raramente estão ambas as coisas ao mesmo nível), ou se é melhor ficar-me mesmo pela história escrita.

A história é original, a escrita é fluída e descritiva q.b., por isso para quem gosta dessas características num livro, recomendo bastante. Mas se não se quiserem envolver numa série longa ficam já avisados que este é o primeiro de uma série já com seis livros previstos. Mas de certeza que vale a pena!

'Bora lá!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Opinião #5: "127 Horas" (Filme)

- 127 HORAS -

Trailer:



Ficha Técnica:
Acção/Aventura, 94 min
Realização - Danny Boyle
Argumento - Danny Boyle
Interpretação - James Franco, Amber Tamblyn, Kate Mara

Sinopse:
A história verídica da impressionante aventura do montanhista Aron Ralston, na sua luta ao ficar preso após uma queda num desfiladeiro isolado no Utah (EUA). Durante os cinco dias seguintes Ralston examina a sua vida e sobrevive aos elementos para finalmente descobrir que tem a coragem e os recursos para se libertar por qualquer meio necessário, escalar uma parede com 200 metros e caminhar mais de 12 km antes de ser finalmente salvo. Ao longo da sua viagem, Ralston recorda amigos, amantes, família e as duas caminhantes que conheceu antes do acidente.

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Opinião:

Desde que tomei conhecimento da história de vida deste senhor que fiquei bastante curiosa para ver o filme. Esta semana foi a escolha óbvia para a ida ao cinema, e realmente não há palavras para o descrever.

A sinopse é o suficiente para quem ainda não conhece a história a perceber minimamente, por isso nesse aspecto não me vou alongar muito. Aquilo de que vale mesmo a pena falar, não que a história seja de todo algo que se deva desprezar, é mesmo a prestação do James Franco, e o trabalho brilhante do Danny Boyle.

Penso que deste realizador só conheço mesmo o "Slumdog Millionaire", e devo dizer que é um realizador com uma visão brilhante. Não consigo encontrar defeitos à forma como o filme foi feito, e adorei o tipo de edição que foi feita. Tenho de explorar mais o trabalho dele!

Quanto ao James Franco, acho que dificilmente haveria outro actor que conseguisse representar o extremismo das fases por que Aron Ralston passou durante aqueles cinco dias tão bem quanto ele. Nas cenas mais sérias surpreendeu-me bastante, nas mais "cómicas" ele estava evidentemente "em casa". Foi uma pena ter tido concorrência tão forte nos Oscares este ano, porque fez um belíssimo trabalho. E o próprio filme também merecia alguma distinção, tal como o Danny Boyle.

A única coisa que digo a quem queira ir ver este filme é: se forem facilmente impressionáveis, ou não vão, ou não vejam mesmo a cena em que ele se consegue libertar da pedra (isto para não dizer mesmo o que ele faz, eu já sabia antes de ir e passei o filme todo na ansiedade de não a querer ver). Eu costumo ter um estômago até bastante forte para aquele tipo de cenas, mas a forma como foi feita, os efeitos de som, os planos usados e acima de tudo o facto de saber que aquilo aconteceu mesmo, fez com que saísse do cinema um pouco mal disposta.

Mas tentem ir ver na mesma, porque o filme é brilhante!


I’ve been alone with you inside my mind
And in my dreams I’ve kissed your lips a thousand times
I sometimes see you pass outside my door
Hello, is it me you’re looking for?

I can see it in your eyes
I can see it in your smile
You’re all I’ve ever wanted, and my arms are open wide
‘Cause you know just what to say
And you know just what to do
And I want to tell you so much, I love you …

I long to see the sunlight in your hair
And tell you time and time again how much I care
Sometimes I feel my heart will overflow
Hello, I’ve just got to let you know

‘Cause I wonder where you are
And I wonder what you do
Are you somewhere feeling lonely, or is someone loving you?
Tell me how to win your heart
For I haven’t got a clue
But let me start by saying, I love you …

Hello, is it me you’re looking for?
‘Cause I wonder where you are
And I wonder what you do
Are you somewhere feeling lonely or is someone loving you?
Tell me how to win your heart
For I haven’t got a clue
But let me start by saying … I love you

"Hello" - Lea Michele e Jonathan Groff (Glee)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sinto-me observada...

Será que anda alguém da Lusomundo a seguir secretamente o meu blog, viu este post e lá foi emendar a trapalhada?

Espero bem que seja desta, porque até meteram a estreia para bastante mais cedo!

terça-feira, 1 de março de 2011



Filmes: A soar melhor em Auto-tune
do que a Kesha e a Britney Spears desde os Óscares 2011.

Aquisições Da Semana #2

Eu prometi que me ia conter com as compras de livros, mas não conta se me forem oferecidos, certo? Hoje veio mais um para casa!



Opinião #4: Cerimónia dos Óscares 2011

No geral, pode-se definir a cerimónia deste ano com duas palavras: sem surpresas.

Ganharam alguns que eu queria mesmo que ganhassem (Christian Bale como Actor Secundário, Colin Firth e Natalie Portman como Actores Principais), ganharam alguns que não me surpreenderam, mas que se fosse por outra escolha também concordaria ("O Discurso do Rei" como Melhor Filme, que o "Cisne Negro" também merecia, ou Melhor Argumento Original também para o Discurso, onde "A Origem" acaba por ter um argumento por um lado mais forte), e como sempre, ganharam alguns onde acho que o prémio foi mal entregue (como por exemplo Melhor Actriz Secundária para Melissa Leo. Só vi o trailer do "Indomável", e até só por esses minutos acho que a Hailee Steinfeld teve uma performance melhor, para não referir as restantes nomeadas).

Gostei do facto de terem reconhecido o trabalho técnico d' "A Origem", e de o hype d' "A Rede Social" não se manter. Continuo frustrada pelo facto de "Entrelaçados" não ter sido nomeado para Melhor Filme de Animação, mas mesmo assim acho que não deveria ter ganho o "Toy Story 3". Por um lado já esperava, mas estava à espera de outro resultado.

Quanto ao duo de apresentadores, acho que funcionou bem, embora tenha a sensação de que a Hathaway aguentava a cerimónia sozinha. Tragam é o Hugh Jackman de volta!

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