- 127 HORAS -
Trailer:
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Ficha Técnica:
Acção/Aventura, 94 min
Realização - Danny Boyle
Argumento - Danny Boyle
Interpretação - James Franco, Amber Tamblyn, Kate Mara
Sinopse:
A história verídica da impressionante aventura do montanhista Aron Ralston, na sua luta ao ficar preso após uma queda num desfiladeiro isolado no Utah (EUA). Durante os cinco dias seguintes Ralston examina a sua vida e sobrevive aos elementos para finalmente descobrir que tem a coragem e os recursos para se libertar por qualquer meio necessário, escalar uma parede com 200 metros e caminhar mais de 12 km antes de ser finalmente salvo. Ao longo da sua viagem, Ralston recorda amigos, amantes, família e as duas caminhantes que conheceu antes do acidente.
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Opinião:
Desde que tomei conhecimento da história de vida deste senhor que fiquei bastante curiosa para ver o filme. Esta semana foi a escolha óbvia para a ida ao cinema, e realmente não há palavras para o descrever.
A sinopse é o suficiente para quem ainda não conhece a história a perceber minimamente, por isso nesse aspecto não me vou alongar muito. Aquilo de que vale mesmo a pena falar, não que a história seja de todo algo que se deva desprezar, é mesmo a prestação do James Franco, e o trabalho brilhante do Danny Boyle.
Penso que deste realizador só conheço mesmo o "Slumdog Millionaire", e devo dizer que é um realizador com uma visão brilhante. Não consigo encontrar defeitos à forma como o filme foi feito, e adorei o tipo de edição que foi feita. Tenho de explorar mais o trabalho dele!
Quanto ao James Franco, acho que dificilmente haveria outro actor que conseguisse representar o extremismo das fases por que Aron Ralston passou durante aqueles cinco dias tão bem quanto ele. Nas cenas mais sérias surpreendeu-me bastante, nas mais "cómicas" ele estava evidentemente "em casa". Foi uma pena ter tido concorrência tão forte nos Oscares este ano, porque fez um belíssimo trabalho. E o próprio filme também merecia alguma distinção, tal como o Danny Boyle.
A única coisa que digo a quem queira ir ver este filme é: se forem facilmente impressionáveis, ou não vão, ou não vejam mesmo a cena em que ele se consegue libertar da pedra (isto para não dizer mesmo o que ele faz, eu já sabia antes de ir e passei o filme todo na ansiedade de não a querer ver). Eu costumo ter um estômago até bastante forte para aquele tipo de cenas, mas a forma como foi feita, os efeitos de som, os planos usados e acima de tudo o facto de saber que aquilo aconteceu mesmo, fez com que saísse do cinema um pouco mal disposta.
Mas tentem ir ver na mesma, porque o filme é brilhante!
Desde que tomei conhecimento da história de vida deste senhor que fiquei bastante curiosa para ver o filme. Esta semana foi a escolha óbvia para a ida ao cinema, e realmente não há palavras para o descrever.
A sinopse é o suficiente para quem ainda não conhece a história a perceber minimamente, por isso nesse aspecto não me vou alongar muito. Aquilo de que vale mesmo a pena falar, não que a história seja de todo algo que se deva desprezar, é mesmo a prestação do James Franco, e o trabalho brilhante do Danny Boyle.
Penso que deste realizador só conheço mesmo o "Slumdog Millionaire", e devo dizer que é um realizador com uma visão brilhante. Não consigo encontrar defeitos à forma como o filme foi feito, e adorei o tipo de edição que foi feita. Tenho de explorar mais o trabalho dele!
Quanto ao James Franco, acho que dificilmente haveria outro actor que conseguisse representar o extremismo das fases por que Aron Ralston passou durante aqueles cinco dias tão bem quanto ele. Nas cenas mais sérias surpreendeu-me bastante, nas mais "cómicas" ele estava evidentemente "em casa". Foi uma pena ter tido concorrência tão forte nos Oscares este ano, porque fez um belíssimo trabalho. E o próprio filme também merecia alguma distinção, tal como o Danny Boyle.
A única coisa que digo a quem queira ir ver este filme é: se forem facilmente impressionáveis, ou não vão, ou não vejam mesmo a cena em que ele se consegue libertar da pedra (isto para não dizer mesmo o que ele faz, eu já sabia antes de ir e passei o filme todo na ansiedade de não a querer ver). Eu costumo ter um estômago até bastante forte para aquele tipo de cenas, mas a forma como foi feita, os efeitos de som, os planos usados e acima de tudo o facto de saber que aquilo aconteceu mesmo, fez com que saísse do cinema um pouco mal disposta.
Mas tentem ir ver na mesma, porque o filme é brilhante!
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