sábado, 30 de abril de 2011

45 Days Book Challenge

Por sugestão da Lóide (que o viu no facebook), vou tentar fazer este challenge, já que de qualquer maneira só costumo falar de livros aqui no blog. Vamos ver se este não fica incompleto como o último que tentei fazer (porque os dias que me faltavam tinham perguntas parvas). Aqui fica!

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- 45 DAYS BOOK CHALLENGE -

Dia 1 – Livro favorito
Dia 2 – Livro detestado
Dia 3 – Livro subvalorizado
Dia 4 – Livro sobrevalorizado
Dia 5 – Livro que levarias para uma ilha deserta
Dia 6 – Livro que leste mais vezes
Dia 7 – Livro que te desiludiu
Dia 8 – Livro tão mau, tão mau, mas tão mau que consegue ser bom
Dia 9 – Livro mais longo que já leste
Dia 10 – Livro mais curto que já leste
Dia 11 – Livro que não conseguiste acabar
Dia 12 – Colecção favorita
Dia 13 – Sequela que nunca devia ter sido impressa
Dia 14 – Livro comovente
Dia 15 – Livro hilariante
Dia 16 – Livro perturbante
Dia 17 – Livro inspirador
Dia 18 – Livro para o qual escreverias uma sequela
Dia 19 – Livro em cujo universo habitarias
Dia 20 – Melhor citação (diálogo)
Dia 21 – Melhor citação (descrição)
Dia 22 – Autor favorito
Dia 23 – Livro que espelha a tua vida
Dia 24 – Personagem literária mais parecida contigo
Dia 25 – Personagem literária favorita
Dia 26 – Personagem literária que gostarias de conhecer
Dia 27 – Personagem literária que odeias
Dia 28 – Personagem literária que adoras odiar
Dia 29 – Personagem literária com a qual trocarias de lugar
Dia 30 – Personagem literária que admiras
Dia 31 – Personagem literária que nunca devia ter sido criada
Dia 32 – Personagem literária com a qual terias uma relação amorosa estável
Dia 33 – Personagem literária com a qual terias “one-night stand”
Dia 34 – Personagem literária secundária que merecia um livro só dela
Dia 35 – Personagem literária para a qual escreverias um livro
Dia 36 – Personagem literária que não quererias encontrar num beco
Dia 37 – Livro para os dias chuvosos
Dia 38 – Livro para os dias solarengos
Dia 39 – Livro que custou a ler
Dia 40 – Autor cujo talento invejas
Dia 41 – Livro que é um “guilty pleasure”
Dia 42 – Livro que adoravas e agora detestas
Dia 43 – Livro que marcou a infância
Dia 44 – Último livro lido
Dia 45 – Próximo livro a ler

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Começarei amanhã!

Ninguém se vai importar com isto, mas...

O "STARSHIP" VAI ESTAR ONLINE HOJE!!!!


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And i'm freakin' excited!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Opinião #21: "A Luz do Fogo" (Livro)

- A LUZ DO FOGO -

Capa:

Autora:
Sophie Jordan

Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 296
Editor - Livros d'Hoje
ISBN - 9789722045087
Idioma - Português

Sinopse:
Marcada como especial numa idade precoce, Jacinda sabe que cada movimento seu é controlado, mas anseia pela liberdade de poder fazer as suas próprias escolhas. Quando quebra o princípio mais sagrado entre a sua espécie, quase chega a pagar por isso com a própria vida. Até ser salva por um belo desconhecido. Um desconhecido que foi enviado para caçar aqueles que são como ela. Jacinda é uma draki - descendente de dragões cuja maior defesa é a habilidade secreta de mudar para a forma humana.
Forçada a fugir para o mundo mortal com a sua família, Jacinda esforça-se por se adaptar ao seu novo ambiente. A sua única luz é Will. Um jovem lindo e evasivo que devolve a vida ao seu draki interior. Embora se sinta irresistivelmente atraída por ele, Jacinda sabe o segredo obscuro de Will: ele e a sua família são caçadores. Deve, por isso, evitá-lo a todo custo.
Mas o seu draki interior está a morrer lentamente - se ele morrer, ela será humana para sempre. Fará tudo para impedir que isso aconteça. Mesmo que isso signifique ficar mais perto do seu mais perigoso inimigo.
Poderes míticos e um romance de tirar o fôlego inflamam a história de uma rapariga que desafia todas as expectativas e cujo amor atravessa quaisquer obstáculos.

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Opinião:

Finalmente, alguma coisa diferente! Assim que li a sinopse deste livro, adorei logo a ideia. Não é comum aparecerem livros com dragões, quanto mais com uma variante nova a partir dos dragões: os drakis, descendentes dos dragões da antiguidade, que têm a capacidade de se transformar em humanos.

Ao começar a leitura, só pensava: "Por favor, que não seja um daqueles livros com uma óptima ideia e uma péssima execução...". Mas não foi, e devo dizer que gostei bastante do livro.

Não vale a pena falar muito da história em si, porque a sinopse é bastante completa. O grande ponto positivo deste livro é, claro está, a originalidade da existência dos drakis. A sociedade formada por eles é bastante curiosa, e é pena que não tenha sido melhor explorada neste livro (mas pelo final, é provável que no próximo já o seja). O facto de apenas se transformarem pela primeira vez em drakis por volta dos 13 anos (ou poderem não se transformar de todo), de poderem ter um de vários "poderes", uns mais comuns do que outros, e mesmo a forma como a sociedade em si está construída (quase como uma matilha de lobos, com um macho alfa que dita a ordem das coisas), é mesmo uma novidade, pelo menos para mim (que leio bastante fantasia).

Agora, o ponto negativo. A construção da relação amorosa entre Jacinda e Will. Houve várias alturas em que eu ponderei seriamente se ela, para além de se poder transformar num dragão, se não seria também bipolar. Ora gosta bastante dele e não pode estar um segundo afastada do rapaz que mantém o seu draki vivo, ora anda a fugir dele como da peste, a tratá-lo mal e a ignorá-lo, porque afinal ele é um caçador e não pode descobrir o seu segredo. Era normal que ela tivesse este tipo de dúvidas ao longo do livro, mas não mais do que uma vez na mesma página. E vai acontecendo, acontecendo, acontecendo... Nem sei como é que o rapaz aguentou. Para além de numa página ela só querer estar com ele para o usar, e na seguinte já estar completamente apaixonada por ele. Há momentos bonitos entre eles, mas a relação em si podia ter sido melhor trabalhada.

Fora isso, há pelo menos um ponto alto da história que é mal resolvido (se um rapaz encontra sangue roxo da "namorada" numa camisola, não é muito provável que se deixe convencer quando ela apenas o beija para não continuar a conversa, e nunca mais refira o assunto, não é? Era sangue ROXO), mas no geral a minha opinião do livro é bastante positiva. Acho que qualquer pessoa que já tenha passado por uma situação em que alguém tenta mudar a sua identidade, apagar aquilo que a torna única, se vai identificar bastante com a personagem de Jacinda.

Espero pelo segundo para conhecer um pouco mais dos drakis e do destino de Jacinda!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Desafio: Fantasia (Actualização #6)


1. Vampiros - "Desejo Insaciável", Kresley Cole
2. Lobisomens
3. Anjos - "Torment", Lauren Kate
4. Demónios - "Jogos na Noite", Sherrilyn Kenyon
5. Dragões - "A Luz do Fogo", Sophie Jordan
6. Fantasmas - "Sedução na Noite", Sherrilyn Kenyon
7. Bruxos / Feiticeiros - "A Cidade de Vidro", Cassandra Clare
8. Deuses / Deusas
9. Fadas - "A Cidade das Cinzas", Cassandra Clare
10. Videntes - "Evermore", Alyson Noel

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Opinião #20: "Evermore" (Livro)

- EVERMORE -

Capa:

Autora:
Alyson Noel

Informação:
Edição/reimpressão - 2009
Páginas - 384
Editor - Pan MacMillan
ISBN - 9780330512855
Idioma - Inglês
Tradução Portuguesa - "Eternidade"

Sinopse:
Seventeen-year-old Ever is the sole survivor of a car crash that killed her entire family. Living with her aunt in Southern California, she's plagued by the ability to hear the thoughts of those around her, and haunted by the ghost of her little sister. She tries to tune everyone out, shunning her old lifestyle as the pretty, popular cheerleader, but somehow she can't hide from Damen, the new guy at school.
Stunningly handsome, clever and not a little bit intimidating, there's something about him that doesn't quite add up. Ever realises he's hiding something, but nothing could prepare her for the truth - especially when the truth involves past lives, murderous enemies, everlasting love and the secret of eternal youth.

(Sinopse em Português aqui)

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Opinião:

Ao ler este livro, grande parte dos meus comentários mentais foi "Esta história faz-me lembrar o livro x" ou "Ele(a) faz-me lembrar o personagem y do livro z". Embora isso na maior parte dos casos seja negativo, pois faz parecer a história pouco original, neste livro nem por isso. Aliás, para quem gosta de ler livros deste género é impossível não estar constantemente a fazer associações, pois já nada é completamente novo.

Agora, se me perguntarem se gostei de um livro que me faz lembrar o filho bastardo entre "Twilight", "Anjo Caído" e "O Espírito do Amor", a minha resposta terá de ser "Sim" (a não ser naquelas pequenas partes em que a Ever e o Damen me fazem lembrar a relação extra-terrestre do Edward e da Bella, mas não é nada que não se ultrapasse).

É uma história como já em tanto lado se viu: rapariga "anti-social" conhece rapaz popular e bonito. Dito rapaz apaixona-se por ela (às vezes sabe-se lá como, mas neste caso há todo um repertório de encarnações a ter em conta), mas aparece alguém para os impedir de simplesmente estarem juntos. Essa dita pessoa é afastada da história, e o casalinho vive feliz para sempre (ou se se tratar de uma série de livros, arranja-se mais alguém para se meter no caminho). É uma premissa que resulta para o público-alvo a que se destina este tipo de livros, mas nem sempre funciona bem. Neste caso, funciona.

Embora com certos pontos levados um pouco ao extremo e bastante exagerados, é uma história com que as pessoas se podem relacionar, principalmente quem já passou por uma situação de grande perda de alguém que lhes é próximo. Porque quanto ao resto, duvido que alguém se vá relacionar com o caso de uma rapariga que é telepática, vê auras e fala com a irmã morta, não é?

Não sei por onde é que a autora pegou para "esticar" esta história por tantos livros, mas estou com certeza curiosa para ler o resto. Mas não para já, porque embora tenha gostado, há vários livros e séries que têm prioridade, na minha gigantesca lista de leitura.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Opinião #19: "O Espírito do Amor" (Livro)

- O ESPÍRITO DO AMOR -

Capa:


Autor:
Ben Sherwood

Informação:
Edição/reimpressão - 2006
Páginas - 248
Editor - Editorial Presença
ISBN - 9789722335539
Colecção - Grandes Narrativas
Idioma - Português

Sinopse:
O Espírito do Amor é o segundo romance de Ben Sherwood e conta a história de Charlie, um rapaz que aos 15 anos se depara com a morte do seu irmão mais novo, Sam. A amizade entre os dois irmãos é tanta e a dor da perda é tão grande que Charlie promete nunca abandonar o irmão e durante treze anos vivem numa espécie de limbo, onde ambos são felizes sem viverem plenamente. É então que o nosso protagonista conhece Tess, uma jovem navegadora por quem se apaixona e que o faz ver que existe muito mais para viver. Irá Charlie cumprir a promessa feita a Sam ou irá em busca do mundo desconhecido na companhia de Tess? Um romance apaixonante que avivará os sentimentos mais profundos do leitor.

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Opinião:

Sinceramente, não tenho muito a dizer sobre este livro.

É uma leitura leve, uma história original e bem escrita. Mas, para quem viu o filme, não vai descobrir nada de especial no livro, porque a adaptação está muito bem feita, não deixando nada essencial de fora, e até penso que o final que deram à história no filme é melhor que no livro. Tal como aconteceu com outros aspectos que estão diferentes no filme, mas que visualmente ficam muito melhor e até ajudam a história a fazer mais sentido.

Para quem gostou do filme é uma boa leitura, mas não é daquelas "vou ler o livro para descobrir o que não incluíram no filme". Para quem não viu o filme, leia, que é uma história bastante bonita.

Mas aproveito que estou a falar do livro e refiro uma coisa que sempre me fez confusão desde que saiu o filme: acho que nunca vi uma mesma coisa com tantos nomes diferentes! O livro original chama-se "The Death And Life Of Charlie St. Cloud", e quando adaptaram para o cinema, ficou só "Charlie St. Cloud". Até aqui tudo bem. Mas porque é que em Portugal dão o nome ao livro de "O Espírito do Amor" (que sinceramente, não bate a bota com a perdigota), e depois no filme usam "Sempre Que Te Vejo"? (*inserir música do João Pedro Pais aqui*). É que mesmo em termos promocionais não facilita muito.

Enfim, se todos os problemas de tradução fossem deste género, eu era uma rapariga feliz.

domingo, 24 de abril de 2011

Aquisições Da Semana #7

Esta semana consegui conter-me! Tal como queria, esta semana só comprei o "Sedução na Noite", da Sherrilyn Kenyon, e chegaram finalmente os últimos livros das encomendas deste mês: "Shiver", de Maggie Stiefvater (em inglês) e "The Time Traveler's Wife", de Audrey Niffenegger.

Agora, queria conseguir o impossível: estar durante um mês sem comprar livros. Tenho andado a abusar um pouco nos gastos, e tenho livros suficientes para ler durante esse mês, por isso era algo que queria mesmo cumprir. Mas com a Feira do Livro de Lisboa quase a começar, vai ser muito difícil. Por isso, se voltar a fazer um destes posts nos próximos tempos, não se admirem!

Desafio: Fantasia (Actualização #5)


1. Vampiros - "Desejo Insaciável", Kresley Cole
2. Lobisomens
3. Anjos - "Torment", Lauren Kate
4. Demónios - "Jogos na Noite", Sherrilyn Kenyon
5. Dragões
6. Fantasmas - "Sedução na Noite", Sherrilyn Kenyon
7. Bruxos / Feiticeiros - "A Cidade de Vidro", Cassandra Clare
8. Deuses / Deusas
9. Fadas - "A Cidade das Cinzas", Cassandra Clare
10. Videntes - "Evermore", Alyson Noel

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Opinião #18: "Sedução na Noite" (Livro)

- SEDUÇÃO NA NOITE -

Capa:

Autora:
Sherrilyn Kenyon

Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 304
Editor - Edições Chá das Cinco
ISBN - 9789897100062
Idioma - Português

Sinopse:
Valério é um Predador da Noite romano desprezado pela maioria dos predadores gregos que alimentam um profundo ódio à civilização que o viu nascer. De origem aristocrática e arrogante, Valério mal sabe o que pensar quando conhece Tabitha Devereaux. Ela é sensual, imprevisível e incapaz de o levar a sério. Mas é também irmã gémea da mulher do seu maior rival.
A única coisa que Tabitha leva a sério é matar vampiros. E agora terá de enfrentar, junto com o predador romano, o mais mortífero de todos os seus inimigos… uma ameaça acabada de regressar do mundo dos mortos. Para vencer este mal, Valério precisa de aprender a confiar em alguém e pôr tudo em risco para proteger o homem que odeia e a mulher que o leva à loucura.

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Opinião:

Bem, que livro! Eu com esta autora já é sempre a mesma coisa, pego nos livros e não os consigo deixar até acabar. Este não foi excepção, e devo dizer que adorei.

Em primeiro lugar, porque estava já bastante curiosa quanto à personagem do Valério (porque é que nos outros livros se referem a ele como Valerius, e neste lá decidiram dar-lhe o nome português?), pois era a "ovelha negra" de toda a gente: O Kyrian odeia-o de morte, o Julian faz-lhe companhia, o Zarek junta-se à festa... Enfim, só se conhecia o personagem através das que o odeiam, e queria, de uma vez por todas, saber a história através do próprio. E não é que acabei por gostar bastante do Valério?

Ele é, como todos os outros Predadores da Noite, um homem atormentado. Mas todos os outros, no meio das suas desgraças pessoais, sempre conseguiram encontrar amizade e companheirismo uns nos outros, enquanto que Valério apenas tinha solidão (nem o escudeiro é capaz de lhe dirigir uma palavra simpática). Ora, juntando umas boas centenas de anos disto, era de esperar que ele fosse um homem arrogante, antipático e outras coisas simpáticas. E até o é, pelo menos até conhecer Tabitha, que lhe consegue trazer todas as suas qualidades boas à superfície.

No geral gostei bastante do livro. Já não há aquele aspecto que estava presente nos primeiros livros de alguma "resistência" para partir para a parte sexual, mas também não é por isso que a história deixa de ser interessante. Aliás, neste livro aconteceu tanta coisa, que quando eles se lembravam de se "distrair" um bocadinho, era uma pausa agradável de todos os momentos "eu não acredito que isto aconteceu" que vão surgindo ao longo da história. Que neste livro, foram bastantes!

Outro personagem sobre o qual eu também sempre estive bastante curiosa é o Nick. Eu sabia que lhe acontecia alguma coisa importante, e andei a esforçar-me ao máximo para não me spoilar. E consegui! Não estava mesmo à espera que fosse isto. Mas, em relação a outra coisa que acontece, devo dizer: coitadinho do Nick. Tem uma pontaria mesmo muito má!

O Acheron e a Simi continuam, como sempre, a trazer grandes momentos à história. Mal posso esperar para ler o livro sobre o Acheron, mas eu sou teimosa e só o vou ler depois dos outros todos que estão antes! Até lá, de certeza que vão aparecer muitas mais personagens para ele decidir dar imortalidade de um momento para o outro (quem já leu os outros sabe que já é um aspecto recorrente lol).

E quanto ao resto não comento mais nada, só dou um conselho. Quando o lerem, agasalhem-se um bocadinho, porque o Inferno gela de tal maneira e tantas vezes neste livro, que o frio é capaz de chegar cá acima!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Desafio: Fantasia (Actualização #4)


1. Vampiros - "Desejo Insaciável", Kresley Cole
2. Lobisomens
3. Anjos - "Torment", Lauren Kate
4. Demónios - "Jogos na Noite", Sherrilyn Kenyon
5. Dragões
6. Fantasmas - "Sedução na Noite", Sherrilyn Kenyon
7. Bruxos / Feiticeiros - "A Cidade de Vidro", Cassandra Clare
8. Deuses / Deusas
9. Fadas - "A Cidade das Cinzas", Cassandra Clare
10. Videntes

Opinião #17: "O Rapaz do Pijama às Riscas" (Livro)

- O RAPAZ DO PIJAMA ÀS RISCAS -

Capa:


Autor:
John Boyne

Informação:
Edição/reimpressão - 2008
Páginas - 176
Editor - Edições Asa
ISBN - 9789724153575
Colecção - Romance Jovem
Idioma - Português

Sinopse:
Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…

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Opinião:

Sendo esta uma época história sobre a qual eu sempre gostei bastante de ler, já andava há bastante tempo com vontade de ler este livro. E, como era de esperar, adorei!

A história é toda contada do ponto de vista de um menino de 9 anos, Bruno. Passa os seus dias com os seus três amigos para toda a vida, a ir à escola, a fazer explorações e a escorregar pelo corrimão da sua grande casa de cinco andares. Mas, um dia, depois de o pai (militar) ter levado o "Fúria" jantar a sua casa, juntamente com uma bonita mulher loira, a sua vida é virada do avesso: toda a família tem de se mudar para um sítio chamado Acho-Vil.

Adorei a inocência com que esta história é contada. Desde os enganos de Bruno a pronunciar certas palavras cruciais que identificam a época (como o "Fúria" e o campo de "Acho-Vil"), a sua maneira de interpretar aquilo que se passa à sua volta, e claro, a sua amizade com o rapaz do pijama às riscas que vive do outro lado da vedação, Shmuel.

Acho que toda a gente deveria ler este livro. É uma leitura rápida, mas não é de todo leve, pois quem conhece minimamente o que aconteceu na Alemanha na altura da Guerra sabe que este assunto não é algo que se deva dispensar assim de qualquer maneira. O final é inesperado, e de certeza que dá a toda a gente que lê este livro um novo ponto de vista sobre o massacre que foi levado a cabo pela vontade irracional de um povo que se considerava perfeito. Pois não há visão mais verdadeira, que aquela de uma criança.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Vida De Quem Não Tem Nada Para Fazer

Bem, achei que já andava há muito tempo sem fazer um post das minhas parvoíces (é só opiniões de livro atrás de opiniões), por isso cá vim eu.

Ora bem, para quem conhece minimamente as minhas rotinas, sabe que eu sou uma pessoa muitíssimo ocupada. Acordo, satisfaço as minhas necessidades básicas, e depois tenho de decidir entre duas tarefas que me cansam imenso: ou leio, ou vejo televisão. E como eu sou uma craque no multitasking, as vezes até faço as duas coisas ao mesmo tempo. Passo o dia nisto, até me apetecer vir para a net, ir dormir, e voltar a repetir tudo no dia seguinte. É uma canseira que se farta.

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Com pequenas alterações, é o que eu tenho feito quase sempre com os meus dias nos últimos meses. Estar desempregada é mau, mas pelo menos sempre vou pondo as minhas leituras em dia.

Sugestões para tornar os meus dias mais produtivos, anyone?

domingo, 17 de abril de 2011

Opinião #16: "Onde Estarás?" (Livro)

- ONDE ESTARÁS? -

Capa:


Autora:
Mary Higgins Clark

Informação:
Edição/reimpressão - 2008
Páginas - 336
Editor - Bertrand Editora
ISBN - 9789722517492
Idioma - Português

Sinopse:
Decorreram dez anos desde que o jovem Charles MacKenzie, júnior, («Mack») desapareceu. No entanto, obedece a um ritual todos os anos: telefona à mãe no Dia da Mãe. Sempre que lhe liga, assegura-a de que está bem, recusa-se a responder às perguntas frenéticas que ela lhe faz e desliga. A irmã de Mack, Carolyn, sente que nunca será capaz de voltar a ter paz de espírito e dar continuidade à sua vida enquanto não encontrar o irmão.

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Opinião:

A compra deste livro prendeu-se muito com o facto de querer conhecer autores novos, e por a sinopse me ter chamado a atenção. Gosto bastante de livros com a sua dose de mistério e com um certo caso complicado para se resolver, e este pareceu-me indicado. E ao contrário do último livro que li, este revelou-se uma boa aposta.

A primeira coisa que se nota ao ler, é que os capítulos são relativamente pequenos, e que cada um deles se passa no ponto de vista de um personagem diferente. Ao início isso torna-se um pouco confuso, pois não se sabe porque é que estamos a conhecer determinada pessoa, pois não parece ter nada a ver com a história central, mas à medida que se vai lendo mais e mais, sabemos que todas aquelas personagens estão ali por uma razão, e que até as que parecem mais inofensivas têm um papel muito importante na história.

Gostei bastante da escrita da autora, e a ideia da história é interessante. Em alguns aspectos acho que é previsível o que vai acontecer, mas o ponto mais importante penso que é mesmo inesperado, pois a autora "empurra-nos" para uma certa conclusão, até que esta se revela errada.

Recomendo a quem gosta deste tipo de histórias, é uma boa leitura.

sábado, 16 de abril de 2011

Opinião #15: "A Sociedade Do Sangue" (Livro)

- A SOCIEDADE DO SANGUE -

Capa:


Autora:
Susan Hubbard

Informação:
Edição/reimpressão - 2009
Páginas - 288
Editor - Editorial Presença
ISBN - 9789722342506
Colecção - Via Láctea
Idioma - Português

Sinopse:
Ariella Montero tem 12 anos, nunca frequentou a escola e vivia em Saratoga Springs com o pai, que lhe ensinava pessoalmente as matérias que considerava importantes. Mas Ariella tinha consciência de que era diferente, e ao longo dos anos, os vagos esclarecimentos sobre o «desaparecimento» da sua mãe agudizavam essa certeza. A vida de Ariella altera-se quando Dennis, o cientista assistente do laboratório que o pai tem na cave, e Mrs. Garrit, a cozinheira, sugerem que a jovem deve sair para fazer um pouco de exercício. Então, Ariella apercebe-se que o pai é um vampiro e, após um trágico incidente, parte sozinha em busca da mãe e da sua própria identidade. Uma história escrita com estilo e arte, que vem dar vida às novas gerações de vampiros do imaginário colectivo do século XXI.

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Opinião:

Quando eu não gosto de um livro que leio, tenho tendência a alargar-me bastante na opinião que escrevo, apontando todos os defeitos e mais alguns que encontrei no livro. Acabo por escrever mais sobre os livros de que não gostei, do que daqueles de que gostei bastante.

Por isso, desta vez, digo apenas que não gostei deste livro (até tinha algumas expectativas em relação a ele, que se revelaram todas nulas), e irei apontar apenas duas razões, as que foram a base de entre muitas outras coisas de que não gostei no livro.

Os vampiros. Hoje em dia já se sabe que é difícil encontrar um livro de vampiros que seja minimamente original, mas neste caso eu já nem vou pelo original (que não é de todo), é mesmo o facto de os supostos "vampiros" deste livro apenas o serem, em muitos aspectos da sua existência, de nome. Desculpem-me, mas eu não consigo gostar de um livro em que os vampiros suportam a luz do sol (a não ser que haja algum tipo de explicação para isso, que neste caso não há), precisam de comer para manter as suas necessidades básicas (muitos deles afirmam até que retiram da comida os suplementos que o sangue lhes daria), têm organismos perfeitamente funcionais (vampiras com a menstruação... As piadas que poderiam sair desta premissa!), têm a mesma esperança de vida que os humanos e se recusam a beber sangue, mas tomam suplementos que são feitos... a partir de sangue. Se querem escrever um livro de vampiros, força, estamos num mundo livre. Mas que sejam minimamente vampiros, em tudo o que a palavra significa (cheguei a um ponto em que até achei os vampiros do Twilight mais realistas que estes!).

As emoções. Ou, melhor dizendo, a grande falta da expressão delas. A autora não consegue, de maneira alguma, dar emoções às suas personagens, parecem autênticas estátuas. Dois exemplos: a miúda, de 13 anos, nunca conheceu a mãe, que desapareceu no dia do seu nascimento. Quando finalmente a encontra, nada de reencontro emocionante, com lágrimas, abraços e toda a lamechice que se espera de um momento desses. A mãe diz-lhe "Pensava que nunca mais vinhas" (como é que ela a reconheceu no meio de tanta gente, não me perguntem, e não me digam que foi amor maternal), e vão, em toda a sua calma, para casa dela. Para ir encontrar a mãe, essa mesma miúda de 13 anos foge de casa do pai, estando mais de quatro meses sem dar notícias. Quando volta a estar na mesma divisão que o pai, este age como se a filha apenas tivesse saído da sala para uma ida rápida ao wc. E isto é assim ao longo de todo o livro.

Podia dizer muito mais acerca deste livro, mas acho que não vale mesmo a pena. Penso que deve haver quem o vá ler e acabe por gostar, mas na minha opinião, é um livro com uma escrita muito confusa, uma premissa simples que não puxa o leitor a continuar a ler, e que é mais dirigido a um público de uma idade aproximada da personagem principal.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aquisições Da Semana #6

Esta semana só comprei um livro (e porque era um em saldos a um preço mesmo muito convidativo, que já quero ler há bastante tempo), mas como vem de terras de sua majestade ainda não chegou, mas mesmo assim tenho alguns para mostrar, que vieram cá ter a casa na mesma:


O pack "Conspiração 365 - Janeiro e Fevereiro", que ganhei num passatempo o mês passado (já tinha o de Janeiro, mas como não vendiam o de Fevereiro à parte, participei na mesma) e o "Hunger", de Jackie Morse Kessler, de uma encomenda que fiz no início do mês.


Estes foram todos emprestados (mais uma maneira de me tentar controlar na compra de livros): "A Química da Morte" de Simon Beckett, "O Espírito do Amor" de Ben Sherwood, "Anoitecer" de Karen Marie Moning, "Se Eu Ficar" de Gayle Forman e "Evermore", de Alyson Noel.

Agora com tanto para ler, queria mesmo ver se depois de chegarem os livros que me faltam de encomendas, e de comprar o novo da SK (que esses não há mesmo volta a dar, tenho de ter!), passo uns tempos sem fazer mais compras (como se isso fosse acontecer, mas posso sempre sonhar, não é?).

Se não qualquer dia vem-me cá o FMI a casa e pergunta-me quando é que eu paro de gastar o equivalente ao orçamento de Estado em livros.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Opinião #14: "Exílio" (Livro)

- EXÍLIO -

Capa:


Autor:
R. A. Salvatore

Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 288
Editor - Saída de Emergência
ISBN - 9789896372903
Idioma - Português

Sinopse:
Após renegar a sua própria família e partir para longe de Menzoberranzan, a sua pátria, Drizzt tem que aprender a sobreviver e conquistar um novo lar no imenso labirinto dos túneis subterrâneos onde se ocultam criaturas das trevas. Mas o verdadeiro perigo parte da sua própria raça e Drizzt terá que estar atento a sinais de perseguição, pois os elfos negros não são um povo misericordioso…
Venha descobrir Drizzt, o elfo negro, uma das personagens mais lendárias da fantasia. E acompanhe-o na épica e intrépida jornada para longe de um mundo onde não tem lugar… em busca de outro, na superfície, onde talvez nunca o aceitem.

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Sinopse:

Este livro é o segundo volume da Trilogia do Elfo Negro, por isso se não leram o primeiro, estão à espera do quê mesmo? Se alguma coisa não fizer sentido, é porque faz referência ao primeiro livro ("Pátria").

Eu adorei o primeiro volume, acho que para quem gosta de fantasia é uma série excelente, e este segundo não lhe ficou muito atrás. Enquanto que no primeiro livro nos é apresentado todo o mundo de Menzoberranzan, o modo de funcionamento "diferente" da sociedade dos drows, e um Drizzt Do'Urden em luta com o modo de ser das coisas à sua volta, nesta continuação Drizzt tem uma luta ainda maior à sua frente: consigo mesmo.

Sem querer fazer muitos spoilers para quem não leu o primeiro volume (e novamente digo, vão ler!), este livro centra-se muito mais em Drizzt do que o anterior, e acompanhamos o seu desenvolvimento num meio que não é o dele, e as consequências que lhe surgem de estar demasiado tempo afastado de tudo e de todos.

E enquanto ele enfrenta tudo isto sozinho, há quem o queira a todo o custo encontrar...

Em termos de escrita este livro não me surpreendeu, pois já fiquei habituada a esta qualidade com o "Pátria", estão ambos a um nível muito semelhante nesse aspecto. Quanto ao desenvolvimento da história, não estava à espera de que fosse por esta vertente (o que eu achava que iria acontecer neste volume vai ser, afinal, a história que serve de base ao terceiro livro), mas foi uma mudança boa.

Sem me querer desenvolver muito mais, digo que adorei o livro, recomendo bastante, e que fico à espera do próximo!

domingo, 10 de abril de 2011

Opinião #13: "Sangue De Anjo" (Livro)

- SANGUE DE ANJO -

Capa:


Autora:
Nalini Singh

Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 356
Editor - Casa das Letras
ISBN - 9789724620046
Idioma - Português

Sinopse:
Elena Deveraux é uma caçadora de vampiros. Sabe que é a melhor - mas não sabe se será suficientemente boa para a tarefa que tem que cumprir. É contratada pelo perigosamente belo arcanjo Raphael, um ser de tal modo letal que nenhum mortal deseja merecer a sua atenção. Elena sabe que não pode falhar - embora se trate de uma missão impossível. Porque desta vez não é um vampiro voluntarioso que tem de localizar. É um arcanjo que degenerou.
A missão irá colocar Elena no meio de um turbilhão de mortes inimaginável - e levá-la para o fio da navalha da paixão. Mesmo que a caçada não a destrua, sucumbir ao encanto de Raphael pode fazê-lo. Pois quando os arcanjos brincam, os mortais sofrem…

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Opinião:

Tenho andado a adiar escrever esta opinião, porque foi-me difícil chegar a uma conclusão para explicar as razões por que adorei este livro.

Em primeiro lugar, a originalidade. A autora conseguiu pegar em dois elementos que já aparecem em quase tudo o que são livros de fantasia (os vampiros e os anjos), e criar uma história original. Foi a primeira vez que li uma história em que são os anjos que criam os vampiros, que depois lhes ficam a dever vassalagem durante pelo menos um século. Só por aí o livro ganhou logo bastantes pontos, porque gostando eu de livros que envolvam essas "criaturas", mas já estando um pouco saturada de ir quase tudo parar ao mesmo, este pelo menos era original.

No meio desses dois mundos aparece Elena Deveraux, uma caçadora de vampiros, que tem a capacidade especial de reconhecer os vampiros pelo cheiro, e conseguir assim seguir-lhes o rasto (basicamente, e usando o termo de comparação mais próximo no mundo animal, um cão de caça). Mais uns quantos pontos pela originalidade, e a construção da personagem está muito boa, tanto em termos de personalidade como de evolução ao longo da história.

E depois apareceu o Raphael, o arcanjo de Nova Iorque. Quando a ele, só tenho uma coisa a comentar: a Elena é o ser do sexo feminino heterossexual com mais força de vontade que eu já "vi" na minha vida! E nunca mais vou ver secretárias e banheiras da mesma forma depois de ler este livro.

O final da história é amoroso, e quero bastante ler a continuação. Espero que continuem a traduzir os livros!

Aquisições Da Semana #5

Esta semana fiquei-me por dois livros, pois estou mesmo a tentar controlar-me nas compras. E só comprei estes pois ou tinha vales de desconto, ou foi a um preço mesmo em conta.

"A Rapariga que Roubava Livros", de Markus Zusak, e "Belladonna", de Anne Bishop.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Opinião #12: "Sucker Punch - Mundo Surreal" (Filme)

- SUCKER PUNCH - MUNDO SURREAL -

Trailer:



Ficha Técnica:
Acção/Fantasia, 109 min
Realização - Zack Snyder
Argumento - Steve Shibuya, Zack Snyder
Interpretação - Abbie Cornish, Emily Browning, Jamie Chung, Jena Malone, Vanessa Hudgens

Sinopse:
Babydoll foi presa contra a sua vontade, mas não perdeu as forças para sobreviver. Determinada a lutar pela sua liberdade, ela junta outras quatro raparigas - Rocket, Blondie, Amber e Sweet Pea – e juntas tentam escapar das mãos de Blue (Oscar Isaac), Madam Gorski e High Roller. Lideradas por Babydoll, iniciam uma luta contra tudo e todos. Juntas, têm de decidir o que estão dispostas a sacrificar, de modo a manterem-se vivas. Com a ajuda de Wise Man (Scott Glenn), vão fazer de tudo para conseguirem a tão valiosa liberdade.

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Opinião:

Estava com bastante curiosidade em ver este filme, por isso foi o escolhido para a última ida ao cinema. E o que saltou logo a atenção, assim que começou o filme, foi o quê?

A banda sonora. Já há bastante tempo que não vejo uma banda sonora tão boa num filme. Tem músicas excelentes, e que se enquadram bastante bem no tipo de filme que é. Fiquei surpreendida!

Quanto ao filme: Não estava à espera que me fosse pôr a pensar tanto. Não é um filme de compreensão fácil, e é bastante "alternativo". Grande parte da história passa-se na imaginação de Babydoll, sendo um paralelo ao que acontece na realidade, por isso chega-se a um ponto que, se não se estiver com atenção, já nem se sabe o que se está por ali a passar.

De resto, vê-se perfeitamente que é um filme que foi direccionado para um público masculino. Por favor, um grupo de raparigas bonitas, em trajes mínimos o filme todo, que passam metade do seu tempo a matar tudo e todos com sabres, bazucas e todo o tipo de armas, e isto tudo de saltos? Enfim, mas não deixa de ser um filme bastante bom por causa disso.

Outro pormenor: Passam o filme a dizer que a Babydoll é do outro mundo a dançar, mas tudo o que se vê é ela a abanar os ombros, fecha os olhos, e lá vai ela para o mundinho dela. Sei que isto não tem importância nenhuma, mas foi um pormenor que me ficou na memória. Pelo menos uma vez, custava porem a rapariga a dançar? Meteram-na a matar nazis, a degolar dragões e a desmontar bombas, ensinar-lhe uns passos de dança não devia ser algo de muito difícil!

Opinião #11: "Julieta" (Livro)

- JULIETA -

Capa:


Autora:
Anne Fortier

Informação:
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 512
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896571276
Idioma: Português

Sinopse:
Julieta, um ambicioso e sedutor romance, segue a odisseia de uma jovem que descobre que as origens da sua família remontam aos amores frustrados dos dois maiores amantes da literatura: Romeu e Julieta.
Quando Julie Roberts herda a chave de um cofre em Siena, Itália, dizem-lhe que conduzi-la-á a um tesouro de família. A jovem lança-se numa jornada tortuosa e perigosa, mergulhando na história da sua antepassada Julieta, cujo amor lendário por um jovem chamado Romeu abanou os alicerces da Siena medieval.
À medida que Julie se cruza com os descendentes das famílias envolvidas no inesquecível conflito familiar de Shakespeare, começa a perceber que a conhecida maldição - «Malditas sejam as vossas casas!» - continua actual e que ela é o alvo seguinte. Parece que a única pessoa capaz de salvar Julie é Romeu - mas onde está ele?

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Opinião:

No geral, gostei bastante da ideia deste livro. Para quem gosta da história de Romeu e Julieta é uma leitura interessante, até porque se descobrem certos "factos" novos, como por exemplo a localidade de ambos ter sido Siena e não Verona, e que não terá sido Shakespeare a "inventar" uma das suas histórias mais famosas, existindo então pelo menos duas versões anteriores. Mas está claro, nunca se sabe onde começa os factos e acaba a ficção, embora a autora tenha demonstrado bastante pesquisa sobre o assunto.

E esse é um dos pequenos defeitos que aponto ao livro. Como se pode ver o livro é um pouco grande, e há extensas partes que estão lá incluídas quase que evidentemente só para a autora poder mostrar a pesquisa que fez para o livro. Sempre achei que uma coisa é dar a conhecer ao leitor o suficiente para este perceber a história, e que outra é estar a copiar os ficheiros de pesquisa para o livro. Mas isso só acontece um par de vezes, no restante livro essas amostras de pesquisa estão bem incluídas no ritmo do livro.

Para além disso, a identidade do Romeu é tão previsível que assim que ele aparece na história sabemos logo que vai ser ele, mesmo que isso só seja "oficialmente" confirmado quase no final do livro.

A minha parte preferida do livro foi realmente o facto de haver um paralelismo entre a história da Julieta da actualidade, e a dos supostos Romeu e Julieta originais, em 1340. Adorei como a história antiga foi contada, e cheguei a um ponto que acelerava a leitura para chegar a esses capítulos.

Mas uma coisa que não cheguei a perceber: Porque é que em todas as sinopses do livro que já vi, dizem que a personagem principal se chama Julie Roberts? É que dos dois nomes que a mulher tem (Julieta Tolomei como nome de nascimento, Julie Jacobs como nome "adoptado"), conseguirem não acertar num é um feito impressionante!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Opinião #10: "Vingança Mortal" (Livro)

- VINGANÇA MORTAL -

Capa:


Autora:

J. D. Robb

Informação:
Edição/reimpressão - 2010
Páginas - 304
Editor - Edições Chá das Cinco
ISBN - 9789898032836
Idioma - Português

Sinopse:
Nora Roberts, sob o pseudónimo J. D. Robb, está de volta aos policiais românticos com Vingança Mortal. Todo o seu talento para criar personagens apaixonantes, enredos tortuosos e experiências de leitura inesquecíveis, estão patentes neste fabuloso romance onde Eve Dallas se depara com o mais perigoso assassino da sua carreira.

Ele é um especialista nas últimas tecnologias. Um louco com a mente de um génio. Um assassino sem coração que persegue silenciosamente as suas presas. Antes de cada homicídio, assombra a tenente Eve Dallas com adivinhas sobre os crimes que está prestes a cometer - mas Eve não consegue resolvê-las a tempo de salvar nenhuma das vítimas. Vítimas essas que, aparentemente, só têm em comum uma coisa: a forma atroz como são torturadas antes de morrerem. Mas é então que Eve descobre algo assustador: as vítimas estão ligadas a um antigo mistério sobre o passado de Roarke, o seu marido. Estará Eve preparada para o que vai descobrir?

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Opinião:

Já andava há bastante tempo com curiosidade para ler algo da Nora Roberts (dado que parece ser a autora de eleição de bastante gente ultimamente), mas como não sou muito virada para os romances só por si (sem outro elemento qualquer), nunca cheguei a pegar em nada dela. Depois começaram a traduzir esta série, e como policiais é um dos géneros que até gosto bastante de ler, juntei o útil ao agradável. Escolhi este sabendo perfeitamente que não é o primeiro da série, mas gostei bastante da capa e a sinopse chamou-me a atenção.

Quanto à história, a primeira coisa que me agradou foi ver que se passava num mundo futurista (se a memória não me falha, no ano de 2058). Foi por falta de atenção minha, que isso é referido em sinopses de outros livros da série, mas gostei de descobrir assim, dá outro toque às histórias.

Não sendo o primeiro da série não é possível conhecer muito do background da relação Eve/Roarke, mas gostei bastante do relacionamento dos dois personagens. Têm bastante "química" (coisa que nem sempre acontece nos casais principais de livros), e a própria natureza da relação é curiosa, dado Eve ser uma polícia respeitadora da lei que não admitia abrir excepções para ninguém, até conhecer Roarke, que passou toda a sua vida na clandestinidade.

Gostei bastante do tipo de escrita, o enredo prende o leitor até se descobrir o desfecho (completamente inesperado, mesmo como eu gosto), e tem a dose certa dos dois elementos principais: o romance e o mistério.

Irei certamente ler mais livros desta série eventualmente, mas não me vou aventurar em fazê-la completa, dado que no original já foram publicados mais de 30, sem final à vista. Mas como pude comprovar com este, penso que não há problema em lê-los isolados, portanto é esperar por um caso que a Tenente Eve Dallas encontre e que vá de encontro aos meus gostos.

Aquisições Da Semana #4

Esta semana não comprei nenhum livro, mas chegaram cá a casa dois, de trocas:

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"Uma Bruxa Em Apuros", de Kim Harrison, e "O Despertar Das Trevas", de Karen Chance.