quarta-feira, 27 de abril de 2011

Opinião #20: "Evermore" (Livro)

- EVERMORE -

Capa:

Autora:
Alyson Noel

Informação:
Edição/reimpressão - 2009
Páginas - 384
Editor - Pan MacMillan
ISBN - 9780330512855
Idioma - Inglês
Tradução Portuguesa - "Eternidade"

Sinopse:
Seventeen-year-old Ever is the sole survivor of a car crash that killed her entire family. Living with her aunt in Southern California, she's plagued by the ability to hear the thoughts of those around her, and haunted by the ghost of her little sister. She tries to tune everyone out, shunning her old lifestyle as the pretty, popular cheerleader, but somehow she can't hide from Damen, the new guy at school.
Stunningly handsome, clever and not a little bit intimidating, there's something about him that doesn't quite add up. Ever realises he's hiding something, but nothing could prepare her for the truth - especially when the truth involves past lives, murderous enemies, everlasting love and the secret of eternal youth.

(Sinopse em Português aqui)

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Opinião:

Ao ler este livro, grande parte dos meus comentários mentais foi "Esta história faz-me lembrar o livro x" ou "Ele(a) faz-me lembrar o personagem y do livro z". Embora isso na maior parte dos casos seja negativo, pois faz parecer a história pouco original, neste livro nem por isso. Aliás, para quem gosta de ler livros deste género é impossível não estar constantemente a fazer associações, pois já nada é completamente novo.

Agora, se me perguntarem se gostei de um livro que me faz lembrar o filho bastardo entre "Twilight", "Anjo Caído" e "O Espírito do Amor", a minha resposta terá de ser "Sim" (a não ser naquelas pequenas partes em que a Ever e o Damen me fazem lembrar a relação extra-terrestre do Edward e da Bella, mas não é nada que não se ultrapasse).

É uma história como já em tanto lado se viu: rapariga "anti-social" conhece rapaz popular e bonito. Dito rapaz apaixona-se por ela (às vezes sabe-se lá como, mas neste caso há todo um repertório de encarnações a ter em conta), mas aparece alguém para os impedir de simplesmente estarem juntos. Essa dita pessoa é afastada da história, e o casalinho vive feliz para sempre (ou se se tratar de uma série de livros, arranja-se mais alguém para se meter no caminho). É uma premissa que resulta para o público-alvo a que se destina este tipo de livros, mas nem sempre funciona bem. Neste caso, funciona.

Embora com certos pontos levados um pouco ao extremo e bastante exagerados, é uma história com que as pessoas se podem relacionar, principalmente quem já passou por uma situação de grande perda de alguém que lhes é próximo. Porque quanto ao resto, duvido que alguém se vá relacionar com o caso de uma rapariga que é telepática, vê auras e fala com a irmã morta, não é?

Não sei por onde é que a autora pegou para "esticar" esta história por tantos livros, mas estou com certeza curiosa para ler o resto. Mas não para já, porque embora tenha gostado, há vários livros e séries que têm prioridade, na minha gigantesca lista de leitura.

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