terça-feira, 31 de maio de 2011

Dia 31 – Personagem Literária Que Nunca Devia Ter Sido Criada

Ariella Montero, A Sociedade do Sangue

Não há imagem para a rapariga, por isso este post fica um pouco vazio. Justifico a minha escolha com o facto de, na minha opinião, a personagem estar tão mal construída (ainda por cima sendo a protagonista), que mais valia estar ainda na cabeça da autora a amadurecer mais um bocadinho antes de vir cá para fora. Ou ficar lá mesmo definitivamente.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Selo "Escritores Virtuais"

Respondendo ao "repasse" da Ne, aqui fica o selo e as minhas respostas a esta iniciativa :)

Esta processa-se da seguinte maneira: uma vez passado o selo de “escritores virtuais”, responde-se as perguntas, recomenda-se um blog, e repassa-se o selo, fazendo disto uma doença contagiosa.

Qual o teu melhor texto?

Pergunta complicada, pois eu não sou propriamente uma pessoa com a maior das confianças naquilo que escrevo. Ainda tenho no computador os ficheiros das primeiras fics que escrevi, e embora na altura aquilo me parecesse muito bom, há uns tempos fui reler e fartei-me de rir com a maneira como eu escrevia na altura. Eu sou daquelas pessoas que vai melhorando a cada texto que escreve (pelo menos quero acreditar que sim), por isso o meu melhor texto vai ser sempre aquele que tiver escrito mais recentemente.

O que mais te inspira a escrever?

Muitas vezes são músicas que me transmitem alguma ideia em específico, que gostava de explorar. Já me aconteceu ter ideias a partir de sonhos, também (embora isso pareça muito "Stephenie Meyer"). Mas o que mais me ajuda e mais me dá inspiração, por muito estranho que pareça, é estar deitada na minha cama. Sabem aquele momento depois de se deitarem, à noite, em que ainda não estão propriamente a dormir, e vos passam as coisas mais estranhas pela cabeça? Pois a mim é sempre nesses momentos que tenho as minhas melhores ideias, ou resolvo problemas de ideias anteriores! O problema é depois, que passo horas acordada, com aquela "adrenalina" de estar a fermentar uma história só minha.

Escrever para ti é...

Uma viagem. É a possibilidade de ir a mundos conhecidos e desconhecidos, sem sairmos da nossa cabeça.

Admiras algum escritor? Qual?

A J.K. Rowling é e sempre será, para mim, um grande génio da literatura. De resto, posso gostar de muitos autores e do seu trabalho, mas acho que nunca vou ter mais ninguém em tão grande conta como a tenho a ela. Se não fosse ela e os livros do Harry Potter, provavelmente não gostaria tanto de ler como gosto hoje, ou teria aquele sentimento de antecipação ao pegar num livro novo.

Indica um bom livro.

É-me impossível dizer só um, com a imensidão de géneros que existem. Mas entre os livros de que prontamente recomendarei a leitura se pedirem a minha opinião, decerto se encontrarão "O Rapaz do Pijama às Riscas" (John Boyne), "O Retrato de Dorian Gray" (Oscar Wilde), "O Triunfo dos Porcos" (George Orwell) e, nos géneros de Fantasia/Paranormal (do qual costumo ler mais), a saga Harry Potter (J.K.Rowling), os Predadores da Noite (Sherrilyn Kenyon), a Trilogia do Elfo Negro (R.A. Salvatore), a série Caçadores de Sombras (Cassandra Clare)... E podia estar nisto o resto do dia.

Indica um bom blog.

Deixo aqui dois: Bookeater/Booklover e Livros, Livros e mais Livros.

Repassa o selo:

Always Searching For Something (Lóide)
I'm a Ten Inch Heroine (Nans)

Dia 30 – Personagem Literária Que Admiras

Albus Dumbledore, Saga Harry Potter

Já desisti de tentar não repetir livros. E algo me diz que ainda vou recorrer muito mais a Harry Potter durante o resto deste desafio...

domingo, 29 de maio de 2011

Aquisições da Semana #10

Esta semana quebrei a minha proibição de compra de livros (que, infelizmente, vou ter de alargar para pelo menos mais um mês, pois não li tantos livros quanto gostaria neste), mas mesmo assim só comprei um!

"O Hipnotista", de Lars Kepler (de uma troca), e "Refúgio", de R.A. Salvatore, a compra inevitável desta semana (e mesmo assim, comprei já por ter um vale de 10 euros da Fnac. Eu arranjo sempre boas desculpas para comprar livros!).

Dia 29 – Personagem Literária Com A Qual Trocarias De Lugar

Hermione Granger, Saga Harry Potter

Não é preciso explicar o porquê, pois não?

sábado, 28 de maio de 2011

Opinião #30: "Alexandre - O Rival dos Deuses" (Livro)

- ALEXANDRE - O RIVAL DOS DEUSES -

Capa:Autor:
Paul Doherty

Informação:
Edição/reimpressão - 2006
Páginas - 272
Editor - Saída de Emergência
ISBN - 9789728839338
Idioma - Português

Sinopse:
O lobo da Macedónia defronta o Centauro em 334 a. C. Alexandre esmaga os grandes exércitos do rei Dario III e assola o Império Persa do Ocidente. Apoderando-se das cidades como um predador esfomeado, justifica a sua alcunha de “o Lobo da Macedónia”.
Ao chegar à grande cidade de Éfeso, o êxito da sua campanha é ameaçado por uma série de violentos assassinatos levados a cabo por um importante espião persa conhecido apenas como “o Centauro”.
Um dos antigos tutores de Alexandre é encontrado a flutuar nas águas de um tanque numa casa ligada a um grupo de assassinos.
Mais uma vez, o ponderado Telamon, amigo e médico do rei, tem de tentar resolver um emaranhado de mistérios sangrentos.
Como sempre, um dos maiores obstáculos é a natureza volátil e imprevisível de Alexandre, actor consumado cujo desejo de glória iguala a carnificina e a intriga que lhe perseguem os passos como se fossem as próprias Fúrias.

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Opinião:

Sinceramente, não tenho muito mais a dizer sobre este livro do que aquilo que já disse sobre o anterior da série. O autor é excelente, sabe sobre o que está a escrever (o que muitas vezes, infelizmente, não acontece com outros autores), e escreve brilhantemente dentro do género histórico.

Por isso, não foi surpresa nenhuma para mim o facto de ter gostado até mais deste volume do que do anterior. Não sei se foi por já estar mais familiarizada com o tema, e por isso não ter estado a focar tanta atenção aos pormenores sobre a época e as suas personagens, mas neste livro senti-me bastante mais interessada no aspecto misterioso.

Quem é o Centauro? Como é que um grupo de oligarcas, com criados e elementos do exército, são mortos dentro do Templo de Hércules, quando a sala em que se encontravam estava selada, e não era possível entrar ou sair dela? Quem é o responsável pelas restantes mortes que se vão seguindo na cidade, e como é que estão ligadas?

Tudo isto eram questões que eu me ia fazendo ao longo do livro, o que acabou por me puxar mais a curiosidade do que propriamente Alexandre. No primeiro volume quis ficar a saber mais sobre ele e as características do seu tempo, neste já o "conhecia" (embora me tenha surpreendido também umas quantas vezes, como de resto sempre fez àqueles que o rodeavam), pude focar-me na história em si.

O aspecto militar e da guerra também está muito bem conseguido neste livro. Novamente, todas as estratégias de invasão estão relatadas o mais próximo da realidade possível, e foi muito bom ter visto, outra vez, a forma como Alexandre nunca considerava nada impossível, e não descansava até atingir os seus objectivos, por meio da força ou da inteligência.

Tal como o anterior, recomendo!

Dia 28 – Personagem Literária Que Adoras Odiar

Edward Cullen, Saga Twilight

(Desculpem, mas não resisti a usar esta imagem!)

Vou ter de ser pouco original e voltar a referir uma personagem do Twilight. Eu até gosto do rapazinho, mas não deixa de ser um pseudo-pedófilo, com tendências de stalker, que consegue engravidar a namorada na primeira vez de ambos, embora a fisiologia dele nem sequer lhe devesse deixar "acordar o edwardzinho". Por isso sim, se eu tiver uma relação de amor-ódio com alguma personagem, acho que teria de ser com ele.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Opinião #29: "Alexandre - A Corte da Morte" (Livro)

- ALEXANDRE - A CORTE DA MORTE -

Capa:
Autor:
Paul Doherty

Informação:
Edição/reimpressão - 2005
Páginas - 240
Editor - Saída de Emergência
ISBN - 9789728839123
Idioma - Português

Sinopse:
Primavera do ano 334 A.C. Com apenas 22 anos de idade, Alexandre, O Grande, prepara-se para invadir o Império Persa de Dario III. Parece que nada pode impedir o jovem macedónio de conquistar o mundo.
É então que os seus homens começam a ser brutalmente assassinados. E junto de cada corpo, o assassino deixa enigmáticas citações retiradas do livro preferido de Alexandre: a Ilíada de Homero.
Um clima de medo e suspeição instala-se no seu exército, ao mesmo tempo que os Inimigos de Alexandre se reforçam com o único general que alguma vez derrotou um exército macedónio: Memnon da Grécia.
Com adversários invisíveis no seu acampamento, e um terrível exército inimigo bem treinado à sua espera, conseguirá Alexandre vencer em todas as frentes e realizar o sonho de conquistar o mundo?
Alexandre, a Corte da Morte é uma recriação magnífica do dia a dia no acampamento macedónio, da assombrosa cidade de Tróia, dos meandros da corte dos Reis da Pérsia, e muito mais.
Num cenário real, Paul Doherty cria um enredo brilhante e bem documentado, passado na altura em que Alexandre move os seus exércitos desde Helesponto até à épica batalha de Granico.

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Opinião:

Quando andava na escola, História era uma das minhas disciplinas favoritas. Não tanto quando estávamos a estudar os momentos mais recentes, mas as civilizações antigas sempre me fascinaram. Por isso, sempre gostei de ler livros que abordassem essas alturas, mas ultimamente, sem saber muito porquê, não estava muito virada para ler históricos, e andei assim uns meses. Mas quando vi esta série, ainda por cima do Paul Doherty (já tinha lido livros dele mas que se passavam no Antigo Egipto e adorei), fiquei logo curiosa, pois nunca tinha lido nada sobre Alexandre O Grande (e tinha visto o filme há pouco tempo, fiquei a querer saber mais).

E devo dizer que gostei bastante. Quando leio livros do Doherty, sinto-me quase como se estivesse a ler um livro de História, pois os enredos são tão autênticos, mostram tanta pesquisa e conhecimento, que mesmo sendo tecnicamente um livro de ficção (embora, segundo o autor, uma grande parte dos eventos que relata sejam realistas de acordo com as fontes existentes), aprendemos imenso sobre a cultura de que fala e as suas personagens históricas.

Já não é a primeira vez que, quando falo deste autor a alguém, digo logo "ele escreve como se estivesse lá". E nunca me canso de o dizer, porque é totalmente verdade. As suas histórias estão repletas dos mais pequenos pormenores, e, ao ler, qualquer pessoa se sente facilmente transportada milhares de anos no passado.

Neste livro, começamos a acompanhar Alexandre no início da sua viagem para a Ásia, com o objectivo de derrotar o exército persa de Dario III, o Rei dos Reis, e ocupar as cidades para lá do Helesponto. Mas, no seu acampamento, começa uma série de acontecimentos misteriosos, e Alexandre pede a sua mãe, Olímpia, que mande um dos seus amigos de infância, o médico Telamon, para o ajudar a desvendar esse mistério.

Gostei do livro mesmo pelo facto de aprender bastante sobre a grande figura que foi Alexandre. É inacreditável como é que um homem tão novo tinha ambições tão grandes, e encarava já o mundo como um velho sábio com toda uma vida de experiência. Ele era, acima de tudo, um grande actor, e conseguia compensar grandes desvantagens ao enganar os seus adversários com os mais diversos esquemas, ou simplesmente fazendo-se passar pelo jovem ingénuo que muitos pensavam que ele era.

O relato da batalha de Granico está brilhante. Toda a agitação da batalha, a descrição das estratégias de ambos os lados e a forma como são postas em prática, foi tudo muito bem conseguido. Foi mesmo a parte do livro em que fiquei mais presa à leitura.

Quanto à parte da resolução do mistério, a parte mais ficcional do livro, não estava à espera de que acabasse desta forma. Mas como não suspeitava de ninguém (estava mais embrenhada no resto da história), de qualquer maneira iria-me surpreender.

Para terminar, achei curiosa uma das coisas que Paul Doherty referiu na sua Nota final especificamente feita para a edição portuguesa. O autor refere que, antes da sua morte, Alexandre estava a planear ocupar o norte de África e a Península Ibérica. Como a nossa História seria diferente se isso tivesse acontecido!

Recomendo bastante para quem tem curiosidade sobre esta época, ou para quem gosta de um bom romance histórico!

Dia 27 - Personagem Literária Que Odeias

Jenny Thornton - The Forbidden Game Trilogy

Fica a capa do livro, pois a foto é, deduzo eu, a representação dela. Se há uma coisa que odeio ver em livros, é protagonistas submissas e com falta de personalidade própria. Neste aspecto até se encaixava mais a Bella Swan, mas como já a usei ontem aqui fica esta, que não consegue ser tão má nesse aspecto, mas que também me irritou bastante.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Opinião #28: "Velocidade Furiosa 5" (Filme)

- VELOCIDADE FURIOSA 5 -

Trailer:



Ficha Técnica:
Acção/Aventura, 130 min
Realização - Justin Lin
Argumento - Chris Morgan, Gary Scott Thompson
Interpretação - Vin Diesel, Paul Walker, Jordana Brewster, Dwayne Johnson, Joaquim de Almeida

Sinopse:
Agora, o polícia demissionário Brian O'Conner junta-se ao ex-condenado Dom Toretto no outro lado da lei. Dwayne Johnson é a nova aquisição, com Jordana Brewster, Chris "Ludacris" Bridges, Tyrese Gibson, Sung Kang, Gal Gadot, Matt Schulze, Tego Calderon e Don Omar para esta derradeira corrida. Este poderoso elenco, conta ainda com a participação de Joaquim de Almeida. Desde que Brian e Mia Toretto soltaram Dom da prisão, eles ultrapassaram várias fronteiras para evitar as autoridades. Instalados agora no Rio de Janeiro, terão de realizar um último trabalho para conquistar a liberdade. Enquanto reúnem uma equipa de elite com condutores de topo, estes aliados improváveis sabem que esta é a única oportunidade para enfrentar o empresário corrupto que os quer matar a todos. Mas ele não é o único que os persegue. O duro agente federal Luke Hobbs nunca falha um alvo. Quando é destacado para perseguir Dom e Brian, ele e a sua equipa de intervenção desencadeiam uma missão de grande escala para os capturar. Mas enquanto a sua equipa invade o Brasil, Hobbs apercebe-se que não consegue separar os bons dos maus. Agora, terá de confiar nos seus instintos para apanhar a sua presa… antes que alguém o faça.

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Opinião:

Eu adoro todos os filmes do Velocidade Furiosa (até o "Ligação Tóquio", que muita gente detesta), por isso não podia deixar de ver o (esperemos mesmo que seja) último filme deste franchise. E devo dizer, não poderiam acabar de melhor maneira!

Quanto à história em si não vale a pena fazer qualquer resumo, que a sinopse é bastante extensa e detalhada. Gostei bastante do facto de se passar no Rio de Janeiro, e como sempre que acontece em qualquer filme de produção americana, achei imensa piada aos actores a falar brasileiro (não me perguntem porquê, sempre gostei de ver). O mundo das favelas brasileiras sempre me suscitou interesse, desde que vi o filme "Cidade de Deus", e este foi mais um que mostrou um pouco do que se passa nesse autêntico mundo à parte da pobreza no Brasil.

Fiquei surpreendida ao ver o Joaquim de Almeida (não tinha lido sinopses nem visto nada sobre o filme antes de o ver), e achei bastante curioso o facto de terem dado à personagem dele (o "vilão" do filme) um diálogo sobre a ocupação do Brasil por parte dos portugueses e dos espanhóis, em que ele diz "Eu pessoalmente gosto mais do método dos portugueses" (ou algo por essa linha). Tendo ele a origem que tem, achei engraçado a coincidência desse pormenor no guião.

Quanto ao final, não podia mesmo ser melhor. O filme reuniu personagens de todos os filmes anteriores, e todos tiveram direito ao seu final perfeito. Mesmo por ter acabado tão bem é que espero mesmo que seja desta que não façam mais nenhum, porque se forem mexer mais, vão acabar por estragar a maneira como deixaram tudo neste. Eu compreendo, quando dá dinheiro é bom continuar, mas tudo o que é bom também acaba, e acho que não há mais nada que se possa fazer com esta ideia.

Por isso, para quem viu os restantes, recomendo bastante verem este! Nem que seja para lavarem as vistas (e isto aplica-se a ambos os sexos, para não dizerem que faço comentários "feministas"!). Muito bom filme.

Dia 26 - Personagem Literária Que Gostarias De Conhecer

Bella Swan, Saga Twilight

Ah, as possibilidades de um encontro entre mim e esta menina... Mas vou poupar-vos ao relato de todas as coisas que lhe perguntaria para tentar perceber o que raio se passa na cabeça desta rapariga (entre as quais "Como é que todos os espécimes do sexo masculino que se cruzam contigo te acham uma sex symbol, quando és o maior pãozinho sem sal do mundo da literatura?" e "Conseguias ser mais dependente, submissa e sem qualquer tipo de opinião própria se eu to pedisse?"), e resumir tudo isso a um gif:

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia 25 – Personagem Literária Favorita

Acheron Parthenopaeus, Os Predadores Da Noite/
Sirius Black, Saga Harry Potter


A sério que eu tento não repetir, mas é impossível. E juro que já estava prestes a acabar este post, escolhendo só o Acheron mas também falando do Sirius, mas não consegui carregar no botão de "Publicar Mensagem". Sempre adorei o Sirius Black (ainda hoje fico irritada quando me lembro que a Rowling o matou tão cedo nos livros!), e o Acheron pronto, nem é preciso explicar. Por isso, fica um empate!

Dia 24 – Personagem Literária Mais Parecida Contigo

Mia Thermopolis, O Diário da Princesa

Bem, este foi fácil! Assim que li o desafio de hoje lembrei-me logo da Mia. Não sou nenhuma princesa de um recanto europeu qualquer (pelo menos que eu saiba), mas desde miúda, quando li o primeiro livro (depois não li mais nenhum, porque tenho um pouco de aversão a séries enormes) identifiquei-me bastante com a fase inicial da Mia, antes da "transformação". E até depois, continuou a ter vários traços que eu própria possuo. E quanto à transposição que fizeram para filme... Digo apenas que tenho uma fotografia minha muito parecida a esta que pus no post, de quando tinha a mesma idade, em que a única diferença é que não estou presa a uma cadeira. Embora devesse, porque também andei sempre toda torta e fiquei com problemas de coluna. Como vêem, só parecenças!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Dia 23 - Livro Que Espelha A Tua Vida

Estou indecisa entre um livro de anedotas e um argumento de novela, mas já pensei bastante e não me consigo mesmo lembrar de nenhum livro. A minha vida é tão aborrecida que acho que nunca seria publicado nada que se assemelhasse remotamente a ela!

Este terá de ficar em branco, a não ser que me lembre de algum por obra de um milagre, e aí virei editar este post.

domingo, 22 de maio de 2011

Opinião #27: "Covet" (Livro)

- COVET -

Capa:
Autora:
J. R. Ward

Informação:
Edição/reimpressão - 2009
Páginas - 496
Editor - Little, Brown Book Group
ISBN - 9780749952150
Idioma - Inglês

Sinopse:
Redemption isn't a word Jim Heron knows much about - his specialty is revenge and, to him, sin is all relative. But everything changes when he becomes a fallen angel and is charged with saving the souls of seven people from the seven deadly sins. And failure is not an option.
Vin Di Pietro long ago gave himself up to his business - until fate intervenes in the form of a tough-talking, Harley-riding, self-professed saviour, and a woman who makes him question his destiny. With an ancient evil ready to claim him, Vin has to work with a fallen angel not only to win his beloved over...but to redeem his very soul.

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Opinião:

Já há IMENSO tempo que queria ler alguma coisa desta autora, e sempre pensei que iria começar pela Irmandade da Adaga Negra, mas através de um empréstimo acabei por ler este para a minha "estreia", e devo dizer que gostei bastante!

Em primeiro lugar, adorei a escrita da autora. Acho que foi rara a página que eu lia sem me rir algures pelo meio com as expressões que ela usa (uma das razões porque gosto mais de ler os livros no original, de certeza que ao traduzir perde-se muito nestas pequenas coisas), e é uma escrita descontraída, engraçada, mas nunca chegando ao ponto de se tornar vulgar. Tinha expectativas altas em relação a ela, mas conseguiu supera-las!

Quanto à história: ao ver o tamanho do livro (mesmo sendo em formato de bolso, são quase 500 páginas e a letra é pequena), pensei que fosse desenvolver mais na premissa inicial. Não quero dizer com isto que ela tenha "esticado" a história, de todo, mas conseguiu desenvolver bastante bem os acontecimentos sem tornar a leitura entediante. Quando já perto do fim um dos personagens diz que só conhece a outra há 3 dias, tendo em conta tudo o que se passou nesse espaço de tempo eu fiquei naquele estado de "O quê, só??", pois parece que tudo aquilo dura semanas. E quando um leitor não se apercebe da curta passagem do tempo, dada a boa capacidade do autor de desenvolver a sua história, acho que só se pode dar-lhe pontos positivos.

Gostei bastante de todos os personagens, e da forma como o ponto de vista ia variando bastante ao longo dos capítulos de entre um grupo principal deles, sendo bastante marcada a diferença na "voz" de cada um. É arriscado escrever-se através de mais do que uma personagem, pois tal como duas pessoas não pensam da mesma maneira, num livro duas personagens também não se podem "ler" da mesma maneira. Há muitos autores que o tentam fazer e onde é difícil de se perceber quem é quem, mas J. R. Ward é uma das que nesse aspecto não tem problemas.

Vou com certeza continuar a ler esta série, pois quero saber em que mais peripécias Jim Heron, o "anjo caído improvisado", se vai envolver para conseguir salvar as restantes seis pessoas dos seus pecados mortais. E é o destino do mundo que está nas mãos dele, por isso, no pressure!

Dia 22 - Autor Favorito

Ok, como eu não quero fazer metade dos dias deste desafio com referências a Harry Potter, vou referir outro dos meus autores favoritos.

Dan Brown

O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Brown estudou no liceu local e mais tarde licenciou-se na Universidade de Amherst.
Mudou-se para Los Angeles onde tentou fazer carreira como compositor, pianista e cantor. No entanto, este plano de vida fracassou e Dan Brown acabou por ir estudar história da arte em Sevilha, em Espanha. Entretanto, a meias com a mulher, escreveu o livro 187 Men to Avoid: A Guide for the Romantically Frustrated Woman.
Em 1993 regressou a New Hampshire para se tornar professor de inglês na escola onde tinha estudado. Passados dois anos, os serviços secretos norte-americanos foram à sua escola buscar um aluno que consideravam uma ameaça nacional por ter escrito, na Internet, que era capaz de matar o presidente Bil Clinton. Dan Brown ficou tão interessado no assunto que começou a fazer pesquisas sobre a Agência Nacional de Segurança. Acabou por resultar desse interesse a escrita do seu primeiro romance Digital Fortress, que foi lançado em 1996 com algum sucesso.
Quatro anos depois do seu romance de estreia, lançou Angels and Demons, seguindo-se em 2001 Deception Point. Finalmente, em Março de 2003, Dan Brown lançou no mercado norte-americano The Da Vinci Code (O Código Da Vinci), que logo no primeiro dia vendeu mais de seis mil exemplares, tendo-se tornado num dos livros mais vendidos de sempre em todo o mundo, com publicações em 42 línguas.

Biografia retirada de wook.pt

sábado, 21 de maio de 2011

Dia 21 - Melhor Citação (Descrição)

"As fachadas das casas, na Via della Sapienza, fechavam-se sobre mim de ambos os lados. Estava num labirinto do passado, seguindo a lógica de um modo de vida desaparecido. Por cima de mim, inúmeras bandeiras de cores berrantes cruzavam-se na fita de céu azul, estranhamente vívidas no meio dos tijolos medievais, mas à parte isso e o estranho par de jeans penduradas numa janela, nada ligava aquele cenário à modernidade.

O mundo alterava-se à sua volta, mas Siena não se importava. O Direttore Rossini dissera-me que, para os habitantes de Siena, a era dourada fora a Idade Média e, enquanto caminhava, percebi que ele tinha razão. A cidade agarrava-se à sua atmosfera medieval com teimosia, indiferente às atracções do progresso. Havia toques da Renascença aqui e ali, mas no seu conjunto, dissera o director do hotel com um risinho abafado, Siena era demasiado esperta para se deixar seduzir pelos encantos dos playboys da História, os chamados mestres, que transformavam as casas em bolos de massa folhada."

- "Julieta" (Anne Fortier), p. 47

Para este dia decidi escolher um livro em que as boas descrições fosse um dos seus pontos fortes. Lembrei-me imediatamente deste, pois a autora faz um excelente trabalho a descrever Siena e todos os espaços por que a protagonista passa ao longo da história. O melhor deste livro foi mesmo sentir-me em Itália enquanto o li, por isso decidi partilhar uma citação dele. Pode não ser a melhor (pois não se prende especificamente com o aspecto "físico" da localidade), mas o livro ainda é grandinho para procurar mais, mas achei especial piada a esta, pois é uma primeira visão da Julie/Julieta, pouco depois de chegar a Siena.

Dia 20 - Melhor Citação (Diálogo)

" - Por fim sós. - Riu quando Tánatos o empurrou contra a parede oposta. - Oh, o prazer da dor!
Tánatos dirigiu-lhe um olhar enojado e irónico.
- Sofres mesmo de loucura, não é?
- Dificilmente. Devo dizer que aprecio cada momento dela."

- Tánatos e Karek,
"Dança Com O Diabo" (Sherrilyn Kenyon), p. 183


Eu não ando propriamente a decorar quais são os diálogos de que gosto mais e menos em todos os livros que leio e a manter um ranking, mas por alguma razão este veio-me à cabeça quando tentei pensar num diálogo de que gostasse. E de certa forma identifico-me com o Zarek, somos os dois um bocadinho passados da cabeça (vamos lá ver se alguém me manda internar no hospício...). Sherrilyn Kenyon rules!

Dia 19 - Livro Em Cujo Universo Habitarias

A Cidade dos Ossos, Cassandra Clare

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"The Unbecoming Of Mara Dyer" - Ganhem uma ARC!






Mara Dyer doesn't think life can get any stranger than waking up in a hospital with no memory of how she got there.

It can.

She believes there must be more to the accident she can't remember that killed her friends and left her mysteriously unharmed.

There is.

She doesn't believe that after everything she's been through, she can fall in love.

She's wrong.

The Unbecoming of Mara Dyer hits stores everywhere 9.27.11. Pre-order your copy here. Download the widget here. Enter to win an Advanced Reader’s Copy here.

Dia 18 - Livro Para o Qual Escreverias Uma Sequela

Sinceramente, para este dia não faço mesmo a mínima das ideias, porque são raros os livros "isolados" que leio, e nas sagas normalmente o último volume deixa tudo "em pratos limpos" em sem necessidade de mais volumes. Mas, para não deixar em branco, vou colocar um que acho que ninguém se importava se tivesse continuação, mas claro que nunca escrita por mim, como a frase do desafio implica. Ninguém bate a autora original, por isso relegava esse trabalho para ela, que o faria maravilhosamente!

Harry Potter e os Talismãs da Morte, J. K. Rowling

Não porque enquanto último livro da saga seja mau, mas porque acho que todos os fãs de HP nunca se importariam de continuar a ler a sua história até ele ser velhinho. E depois a dos filhos, a dos netos...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Opinião #26: "A Química da Morte" (Livro)

- A QUÍMICA DA MORTE -

Capa:Autor:
Simon Beckett

Informação:
Edição/reimpressão - 2006
Páginas - 304
Editor - Editorial Presença
ISBN - 9789722336536
Colecção - Minutos Contados
Idioma - Português

Sinopse:
Ao fim de trinta segundos, a sua pele começa a arrepiar-se.
Ao fim de um minuto, o bater do seu coração ter-se-á tornado audível.
Ao virar a última página, dará graças por se tratar de uma obra de ficção.

Simon Beckett é um autor que rapidamente mobilizou a atenção de um público internacional com este seu primeiro thriller protagonizado por um especialista em antropologia forense. Após a perda da mulher e da filha de seis anos, David Hunter escolhe refugiar-se numa aldeia isolada de Norfolk, a tratar dos vivos, tentando esquecer a sua tragédia pessoal. Mas, mesmo aí, o destino obriga-o a lidar com aquilo de que ele pretende fugir... A Química da Morte foi finalista do mais importante prémio deste género literário, o Duncan Lawrie Dagger Award de 2006.

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Opinião:

Devo dizer que este livro que custou um bocadinho a ler. Não porque a história seja má ou o autor não saiba escrever, o que não é de todo o caso, mas acho que quando lhe peguei não estava muito inclinada para ler um policial, o que acabou por afectar o meu ritmo de leitura e a forma como acabei por percepcionar a história.

Mas mesmo assim posso dizer que as expectativas que tinha em relação ao escritor foram cumpridas. Gostei da forma como escreve, embora não tenha conseguido deixar de comparar à Kathy Reichs, dado o facto de a personagem principal dos livros de ambos os escritores seguirem a mesma vida profissional, na antropologia forense. Se tivesse de dizer qual dos dois acho melhor, se calhar poderia inclinar-me mais para a segunda, mas novamente, como não li ambos os livros no mesmo estado de espírito, acho que não seria uma conclusão justa.

Na minha opinião, a história só ganha mesmo ritmo a cerca de um terço do fim. O que nem sempre é mau, pois não se deve "mostrar logo a mão que se tem" no início do jogo, mas o início foi um pouco lento, só ganhando aquele ritmo de "não consigo pousar o livro!" quando a terceira vítima desaparece. Acho que poderia ganhar mais tendo uma visão do assassino um pouco mais cedo na história, pois da forma como está passamos mais de metade do livro com um vilão sem rosto, e apenas o conhecemos por aquilo que se pensa que ele poderá ser. Depois no final é que se "despeja" tudo em cima do leitor, quando um capítulo ou dois pelo meio na terceira pessoa poderia ajudar bastante a tornar a personagem mais corpórea.

Quanto ao final, como em praticamente todos os policiais que leio, não estava à espera, embora em relação a uma das personagens envolvidas eu desde praticamente o início do livro pensar que estaria relacionado com o desaparecimento das mulheres, e acabei por estar certa, o que é muito raro. Acho que depois de cada policial que leio, já começo a aprender a desconfiar das personagens que menos suspeitas levantam.

Mas, como sempre, esta é apenas a minha opinião. Pode parecer negativa, mas no geral faço uma avaliação bastante boa deste livro, e irei com certeza ler mais do mesmo autor. Mas vou esperar que seja numa altura em que me esteja mesmo a apetecer um policial, para melhor lhe poder fazer justiça depois.

Dia 17 - Livro Inspirador

O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde

Adoro, adoro, adoro esta história (nota-se muito?). Eu não sou pessoa de me dar muito bem com o tipo de escrita deste género de livros (neste caso, muito eclética, em que qualquer conversa entre duas personagens é quase um discurso filosófico), mas este é um livro que eu me vejo a reler bastantes vezes no futuro. Tem uma mensagem que, no que diz respeito ao que as influências das pessoas que nos rodeiam podem fazer à nossa maneira de ser, me diz bastante. É quase inspirador ao contrário: é um guia daquilo que não devemos deixar que nos aconteça.

E dado que as minhas leituras habituais não são profundas ao ponto de me passar uma mensagem que eu ache inspiradora no completo sentido da palavra, esta pareceu-me a escolha adequada.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dia 16 - Livro Perturbante

Ossos Perdidos, Kathy Reichs

Perturbante mas no bom sentido! Adorei a maneira como a autora abordou a síndrome de Estocolmo, parece que as cenas se "entranham" ao ler.

domingo, 15 de maio de 2011

Aquisições da Semana #9

Não, não comprei livros nenhuns (ainda continuo com a minha auto-proibição, que muito provavelmente vou ter de continuar por mais tempo), mas mesmo assim chegaram cá alguns a casa:

"Filha do Sangue", da Anne Bishop (através de uma troca), "Covet", da J.R. Ward (emprestado) e "As Mulheres da Casa do Tigre" da Marion Zimmer Bradley (que o meu pai tinha para vender e eu muito gentilmente lhe disse que lho ia roubar).

Como é que mesmo sem comprar livros eu consigo arranjar mais para ler? Por este andar vou estar mais uns mesinhos sem comprar livros...

Dia 15 - Livro Hilariante

Sedução Na Noite, Sherrilyn Kenyon

Já fiz um post com esta série e não queria estar a repetir, mas este é efectivamente o último livro que li em que me lembro de rir bastante!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Opinião #25: "Anoitecer" (Livro)

- ANOITECER -

Capa:
Autora:
Karen Marie Moning

Informação:
Edição/reimpressão - 2010
Páginas - 264
Editor - Edições Contraponto
ISBN - 9789896660123
Idioma - Português

Sinopse:
«O meu nome é MacKayla, Mac, para simplificar. Sou uma vidente de sidhe, uma das que vê os Fae, um facto que aceitei apenas há pouco tempo e com grande relutância. A minha filosofia é muito simples - seja que dia for em ninguém tente matar-me é um dia bom, na minha maneira de ver. Não tenho tido muitos dias bons, ultimamente, desde que as paredes entre o Homem e os Fae se desmoronaram. Mas, na verdade, não existe um único vidente de sidhe vivo que tenha tido um dia bom desde então.»

Antes de ser assassinada, a irmã de MacKayla deixou uma única pista sobre a sua morte - uma mensagem enigmática no telemóvel de Mac. Numa viagem à Irlanda em busca de respostas, Mac vê-se subitamente perante um enorme desafio: conseguir manter-se viva até conseguir dominar um poder que não fazia ideia possuir, um dom que lhe permite ver para lá do mundo do Homem, para o perigoso reino dos Fae… Enquanto Mac mergulha cada vez mais fundo na tentativa de solucionar a misteriosa morte da irmã, todos os seus movimentos são seguidos pelo sombrio Jericho… e o implacável V’lane - um Fae-alfa que transforma o sexo num vício para as mulheres humanas - aproxima-se dela. À medida que as fronteiras entre os dois mundos começam a desmoronar-se, a verdadeira missão de Mac torna-se clara: encontrar o poderoso Livro Negro Sinsar Dubh antes que mais alguém o reclame, pois quem conseguir chegar até ele primeiro terá nas mãos o controlo completo sobre ambos os mundos…

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Opinião:

Já tinha passado por esta série várias vezes, tanto em português como em inglês, e foi daquelas que fui adiando a leitura, mas que a premissa me parecia interessante. Acabei por pedir emprestado o primeiro volume para ver se gostava, e como em quase todos os livros que peço emprestados, adorei e vou comprar para a minha biblioteca.

Quanto à história, a sinopse é bastante completa e não há muito mais a dizer. Gostei bastante de toda a "novidade" desta história, com a criação destes diferentes mundos, criaturas, hierarquias e tudo o mais, mas ao mesmo tempo passando-se no tempo actual e na nossa sociedade (em vez de se passar totalmente num mundo de fantasia, o que ajuda o leitor a associar-se àquilo que está a ler).

Devo dizer que a escrita da autora me surpreendeu. Não que eu estivesse à espera que ela escrevesse mal, pois quando leio livros de autores que não conheço tento não entrar na leitura com ideias pré-concebidas, mas é uma escrita bastante fluída, que nos leva a passar página atrás de página, e quando damos por isso já estamos no fim. Um autor que não me faça sentir quase "obrigada" a pegar no livro para o acabar tem logo direito a bastantes pontos na minha "consideração literária".

Vou com certeza continuar a série (quero ver a Mac e o Jericho juntos!), mas no original, pois já li algures que a Contraponto não vai continuar a traduzir a série, e embora não saiba se é verdade ou não, como a mim me é indiferente ler em inglês ou em português, sempre me sai bastante mais barato e não corro o risco de me deparar com erros de tradução (como tanto me acontece).

Se gostam de fantasia, e de histórias que vão para além dos relacionamentos amorosos das personagens (o que hoje em dias é por vezes difícil de encontrar), recomendo!

Dia 13 – Sequela Que Nunca Devia Ter Sido Impressa

O Ano dos Desaparecimentos, Susan Hubbard

Devo admitir que nunca li este, mas tendo em conta o martírio que foi ler o primeiro, e o facto de não ter gostado mesmo nada nada dele, leva-me a crer que este deve ser um igual desperdício de papel. E mesmo que por um milagre dos céus o livro até conseguisse ser bom, não valeria a pena ler o primeiro para chegar a este, portanto seria na mesma uma sequela que não deveria ter sido impressa.

Dia 12 - Colecção Favorita

Predadores da Noite, Sherrilyn Kenyon

Actualmente, sem dúvida, é a minha colecção favorita. Fico ansiosa sempre que sai um novo, mal posso esperar até o ter nas minhas mãos, e passo-o sempre à frente dos milhentos livros que tenho para ler, para o ler praticamente de um dia para o outro: simplesmente não consigo pousar estes livros. Adoro a autora, a maneira como escreve, e a ideia geral da história. E admiro sempre os autores que conseguem fazer séries longas sem o leitor se fartar dos livros!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

Dia 10 – Livro Mais Curto Que Já Leste

Felizmente Há Luar! - Luís de Sttau Monteiro

Não andei a contar páginas ou a comparar, mas muito provavelmente foi este mesmo.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dia 9 - Livro Mais Longo Que Já Leste

Economia - Paul A. Samuelson, William D. Nordhaus

Para dizer um livro de ficção ia estar a repetir o de ontem, por isso meti este que li para uma disciplina da faculdade. São só 800 páginas de economia... Tendo estado eu num curso de Jornalismo. Não o li de uma vez, nem seguido, ia lendo as partes referentes à matéria que estava a dar, mas se bem me lembro li-o todo (para mal dos meus neurónios que são alérgicos a números).

domingo, 8 de maio de 2011

Opinião #24: "Thor" (Filme)

- THOR -

Trailer:



Ficha Técnica:
Acção/Aventura, 114 min
Realização -Kenneth Branagh
Argumento - Ashley Miller, Zack Stentz
Interpretação - Anthony Hopkins, Chris Hemsworth, Natalie Portman, Stellan Skarsgard

Sinopse:
Aventura que une o Universo Marvel dos dias de hoje com o reino místico de Asgard. No centro da história está O Poderoso Thor, um forte, porém arrogante guerreiro, cujas imprudentes atitudes reacendem um antiga guerra. Como resultado, Thor é banido para a Terra, onde é obrigado a viver entre os humanos. Quando o mais perigoso vilão do seu mundo, envia as forças das trevas para invadir o nosso planeta, Thor aprende aquilo que é necessário para ser um verdadeiro herói.

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Opinião:

Em primeiro lugar devo dizer que eu sou um pouco suspeita para opinar sobre um filme deste género, que eu desde que me lembro que adoro os heróis da Marvel e da DC (sim, enquanto muitas meninas andavam a brincar com bonecas, eu preferia estar a ler bd's do Homem-Aranha e do Wolverine e a ver filmes antigos do Batman e afins. Sim, eu era ESSE tipo de miúda. E em parte continuo a ser!).

Continuando, como não poderia deixar de ser, adorei o filme. O Thor não é daqueles heróis com que eu estivesse mais familiarizada, mas conhecia vagamente a mitologia nórdica que lhe deu origem. E com o filme fiquei bastante surpreendida pela positiva (até porque tem, digamos de forma mais subtil, grandes argumentos a seu favor!).

Em primeiro lugar, os efeitos. A construção gráfica tanto do reino de Asgard (onde vivem Odin, Thor, Loki, enfim, os deuses nórdicos) como de Jotunheim (reino dos gigantes de gelo) está excelente, e os efeitos visuais em todas as cenas (principalmente as de batalha) são também muito muito bons.

Outro ponto bastante positivo: a comédia. Nunca pensei, ao entrar na sala de cinema, que me ia rir tanto a ver este filme. Não são piadas forçadas nem fora de contexto, estão nos sítios certos e melhoram bastante o filme, dando-lhe um ritmo mais leve.

E agora vem o meu lado mais feminino: raparigas comprometidas que queiram ir ver este filme, deixem o marido/namorado/amante/etc em casa, e vão ver o filme com amigas. Tem muito mais piada, e assim podem, digamos, apreciar o trabalho do Chris Hemsworth de todos os ângulos possíveis sem receberem propostas de divórcio ou fins de relações.

Iria ver o filme outra vez (mesmo que enfim, continue a achar uma exploração isto de agora quase todos os filmes serem em 3D, mas este ate se safava nesse aspecto), e fico à espera do próximo ano, em que vai sair o filme dos Vingadores, e aí vem o meu lado nerd todo ao de cima, que se vão juntar os heróis todos num só filme (incluindo o Thor).

Recomendo bastante!

Dia 8 – Livro tão mau, tão mau, mas tão mau que consegue ser bom

Nómada - Stephenie Meyer

O livro é grande que se farta, metade do que lá está é a chamada "palha" (tanto que cheguei a saltar partes inteiras do livro, de tanta cena sem importância que lá está), mas gostei bastante da ideia (eu que nem costumo ler muito ficção científica). Mas pronto, é uma autora da qual eu já aprendi há bastante tempo que não se pode pedir muito.

sábado, 7 de maio de 2011

Aquisições da Semana #8

Ainda continuo na minha auto-proibição de um mês sem comprar livros, mas não podia deixar de ir fazer a minha visita anual à Feira do Livro de Lisboa. E mesmo assim só comprei três livros a preços mesmo muito reduzidos (no total foram 12 euros pelos três!). E muito me controlei eu, mesmo por querer manter ao máximo aquilo a que me propus.

"O Nascimento de Vénus" de Sarah Dunant (já estava na minha lista desde que saiu, não pude deixar de aproveitar o preço), "O Terceiro Passo" de Christopher Priest (o filme é um dos meus favoritos, fiquei curiosa para ler o livro) e "O Retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde (já tinha lido mas queria um para mim, por isso andei a correr os alfarrabistas por uma edição em conta).

E pronto, agora vou estar mesmo uns tempos sem compras novas, porque tenho muitos em casa por ler e isto de ser pessoa sem fonte de rendimentos começa a pesar e tenho de ir cortando em algum lado.

Dia 7 - Livro Que Te Desiludiu

The Forbidden Game (Bind Up) - L.J. Smith


Estive a olhar para a lista dos livros que já li este ano, e este foi decididamente o que mais me desiludiu (embora, tecnicamente, sejam três livros num). Tinha bastantes expectativas para a premissa que vi que a história tinha, lendo a sinopse, mas desiludiu-me bastante. A minha opinião sobre o livro encontra-se aqui no blog, por isso se quiserem ver as razões que me levaram a esta escolha, é só irem aqui.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Opinião #23: "Se Eu Ficar" (Livro)

- SE EU FICAR -

Capa:

Autora:
Gayle Forman

Informação:
Edição/reimpressão - 2010
Páginas - 216
Editor - Editorial Presença
ISBN - 9789722343183
Colecção - Noites Claras
Idioma - Português

Sinopse:
Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.

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Opinião:

Eu sou um pouco suspeita para comentar livros deste género, porque é um tema que sempre me interessou: o que está para além da morte (parece um pouco mórbido, mas sempre me suscitou curiosidade).

E este livro é uma boa abordagem desse tema, sem aspectos de fantasia à mistura. Basicamente, é o contar de uma situação que pode acontecer a qualquer um de nós: de um minuto para o outro, tudo aquilo que conhecemos e todos os sonhos que temos para o nosso futuro, serem-nos retirados por um acaso do destino. Esta é a história de Mia, uma rapariga a quem tudo isso aconteceu, mas que pode, em parte, recuperar tudo isso, se escolher enfrentar a vida sozinha, ou deixar tudo para trás, e atravessar para o outro lado.

Mesmo que o tema seja um pouco forte, a leitura torna-se leve, pois todo o livro (que não é dividido em capítulos, mas sim em períodos de tempo durante as cerca de 24 horas em que decorre a história) é um reviver da história de Mia. Através das suas recordações, temos acesso a uma boa parte dos grandes momentos da sua vida, e, em paralelo, acompanhamos aquilo que acontece no presente, com Mia em estado grave num coma.

Gostei bastante do livro, e a escrita da autora é bastante fluída, mas fiquei um pouco desiludida com o final. Tanto na sinopse como nas reacções que Mia vai tendo ao longo do livro, ficamos com a ideia de que, chegando ao final, ela vai ter de fazer uma escolha por si própria, quando, na minha opinião, ela é "puxada" para uma das opções, e essa mesma decisão está fora das suas mãos.

Mesmo assim, é uma boa leitura, que, quanto mais não seja, sempre nos vai abrindo um pouco os olhos para aquilo que pensamos que acontece apenas aos outros, mas que pode acontecer quando menos esperamos. A vida é uma dádiva que, por muito longe ou perto que esteja, tem sempre um prazo de validade.

Dia 6 - Livro Que Leste Mais Vezes

Quatro Amigas E Um Par de Calças - Ann Brashares

Eu actualmente não releio livros (tenho tantos livros para ler ou que quero ler, que simplesmente não dá para reler livros, por muito que tenha gostado deles), por isso tive de voltar um pouco atrás no tempo e ver o que eu andei a ler na minha "juventude" (como se eu fosse muito velha, mas pronto). E a verdade é que muito provavelmente viria parar a este dia mais um dos livros da saga Harry Potter, mas como já usei um, lembrei-me deste livro, que também perdi a conta a quantas vezes o li.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Dia 5 - Livro Que Levarias Para Uma Ilha Deserta

Manual de Sobrevivência

Ok, fiz batota neste. Mas até é de certo modo verdade, porque se eu me visse numa ilha deserta, ia precisar de toda a ajuda que conseguisse arranjar, e não me estava a ver a relaxar à sombra da palmeira a ler um romance, enquanto morria de fome e de outras causas fofinhas com que uma pessoa se pode deparar num sítio desses.

E é um livro, por isso conta! :)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia 4 - Livro Sobrevalorizado

Crepúsculo - Stephenie Meyer

Li, posso dizer que até gostei, mas tenho plena consciência de que é uma história recheada de defeitos e problemas de desenvolvimento tanto de personagens como de enredo, e não é assim tão original (quando alguém recorre a fazer vampiros brilhar que nem bolas de espelhos numa discoteca de 2ª para tentar ser original, há ali qualquer coisa que não bate certo).

Percebo o que atraiu tanta gente a gostar do livro e da série, mas o fenómeno que se criou em volta dele, em que agora tudo o que meta vampiros seja comparado a Twilight, e que se diga que criou uma "revolução" na literatura de fantasia, é um completo exagero.

Opinião #22: "Halo" (Livro)

- HALO -

Capa:

Autora:
Alexandra Adornetto

Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 496
Editor - Little, Brown Book Group
ISBN - 9781907410758
Colecção - Best Of Breed
Idioma - Inglês

Sinopse:
Three angels - Gabriel, the warrior; Ivy, the healer; and Bethany, the youngest and most human- are sent by Heaven to bring good to a world falling under the influence of darkness. They must work hard to conceal their luminous glow, superhuman powers, and, most dangerous of all, their wings, all the while avoiding all human attachments.

Then Bethany meets Xavier Woods, and neither of them is able to resist the attraction between them. Gabriel and Ivy do everything in their power to intervene, but the bond between Xavier and Bethany seems too strong.

The angel’s mission is urgent, and dark forces are threatening. Will love ruin Bethany or save her?

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Opinião:

Quanto comecei a ler este livro, até estava a gostar da ideia. Mas depois começou a "descambar"... Em primeiro lugar, quando se escreve um livro sobre anjos (e não anjos caídos, como é mais comum surgir), há que ter mais cuidado naquilo que pomos as nossas personagens a fazer. Não me parece que um anjo que andasse pela Terra a pecar a torto e a direito continuasse por cá muito mais tempo sem qualquer tipo de "represália"...

A ideia da história nem é má, mas está MUITO esticada. O livro tem quase 500 páginas, ainda por cima faz parte de uma série, mas ao ler nota-se que bem mais de metade do livro é a chamada "palha". Tive mesmo de me forçar a continuar a ler o livro, pois só conseguia ler um pouco de cada vez, de tão tedioso que se tornava estar a ler quase um diário daquilo que Bethany fazia no seu dia a dia.

Quando finalmente chega à parte interessante, foi do mais previsível possível. Assim que a personagem "chave" aparece na história, qualquer pessoa percebe logo quem ele é, mas só umas 200 páginas depois é que o resto das personagens chega à mesma conclusão. E foi, na minha opinião, uma personagem cujo propósito em aparecer não foi bem desenvolvido. Mas já que esta história prima pelo "vamos fazer isto render", se calhar só noutro livro é que isso se vai perceber.

É uma história que poderia ter sido melhor pensada, e que com umas arestas mais limadas e uma estrutura equilibrada e desenvolvida em profundidade, daria um livro bastante melhor.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia 3 - Livro Subvalorizado

O Triunfo dos Porcos - George Orwell

Tive alguma dificuldade em escolher um livro para este dia, mas acabei por me decidir por este. Adorei este livro quando o li no secundário, pois conseguiu pôr-me a gostar de uma matéria a que eu simplesmente não ligava nenhuma, e é, de certo modo, intemporal. Muitas das críticas que estão sub-entendidas no livro ainda se podem aplicar aos dias de hoje, o que é sempre um ponto bastante positivo num livro deste género, pois abre-nos os olhos para aquilo que está à nossa volta. E como acho que não conheço ninguém que alguma vez o tenha lido, levou-me a que o escolhesse para este dia.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Dia 2 - Livro Detestado

Os Maias - Eça de Queirós

E quase tudo o que era leitura obrigatória para as aulas.

E já cá canta!


Que venha 23 de Junho!

Dia 1 - Livro Favorito

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban - J. K. Rowling

Muito sinceramente, não sabia o que responder aqui. Acho que não tenho apenas um único livro favorito, por isso tive de ver a questão por outro prisma. Dado que foi com os livros do Harry Potter que me interessei pela leitura ainda em criança, achei que seriam uma boa escolha. Ficou este porque é o meu livro favorito da saga!