- O BEIJO DA MEIA-NOITE -
Capa:
Capa:
Autora:Lara Adrian
Informação:
Edição/reimpressão - 2011
Páginas - 386
Editor - Quinta Essência
ISBN - 9789898228437
Idioma - PortuguêsSinopse:
Gabrielle Maxwell, uma reconhecida artista de Boston, celebra o êxito da sua última exposição exclusiva. Entre a acalorada multidão, sente a presença de um sensual desconhecido que desperta nela as fantasias mais profundas. Mas nada relacionado com essa noite nem com esse homem é o que parece. À saída, Gabrielle presencia um homicídio e, a partir desse momento, a realidade converte-se em algo escuro e mortífero, e ela entra num submundo que nunca soube que existia, habitado por vampiros urbanos.
Lucan Thorne é um vampiro, um guerreiro da Raça, que nasceu para proteger os seus - assim como os humanos que com ele coexistem - da crescente ameaça dos vampiros renegados. Lucan não pode correr o risco de unir-se a uma humana, mas quando Gabrielle se converte no alvo dos seus inimigos, não tem escolha e é forçado a levá-la para esse outro mundo que lidera, no qual serão devorados por um desejo selvagem e insaciável. Nos braços do formidável líder da Raça, Gabrielle irá enfrentar um extraordinário destino de perigo, de sedução e dos mais sombrios prazeres...
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Opinião:
Depois de andar meses curiosa em relação a esta série (que é como quem diz, desde que começou a ser cá publicada), finalmente decidi-me em começar a comprá-la. Num voto de confiança e na esperança de vir a gostar acabei por já ter na prateleira os três primeiros livros antes de ter lido sequer o primeiro (algo que não gosto de fazer, para o caso de acabar por não gostar da série). E acabada a leitura deste "O Beijo da Meia-Noite", posso dizer que foi um bom investimento!
Antes de mais, achei que foi uma boa introdução ao mundo criado pela autora. Ficamos a conhecer as duas classes de vampiros existentes: os "normais" vampiros da Raça, e os renegados que perderam a razão para um desejo incontrolável de sangue. Para além disso, e o mais importante para a história, conhecemos o grupo de guerreiros que tomou como missão exterminar os renegados e defender qualquer pessoa - humana ou vampira - que se cruze no caminho desses vampiros.
Embora não considere a premissa totalmente original (conheço outras séries que envolvem vampiros que conseguiram criar uma mitologia bastante diferente, e já ouvi por diversas vezes comentários acerca das muitas parecenças entre esta série e a da Irmandade da Adaga Negra, da J.R. Ward), foi boa o suficiente para me manter presa às páginas até ao final. O que acabei por achar mais interessante nem foi os vampiros em si, mas sim o "estatuto" de Companheira de Raça que apenas algumas mulheres humanas possuem, que lhes permite continuar com a linhagem dos vampiros (apenas com elas eles se conseguem reproduzir). Já quanto à origem alienígena dos vampiros... Enfim, podia ser pior!
Achei curioso o facto de logo o primeiro livro da série ser sobre o líder dos guerreiros (tomando como exemplo os livros dos Predadores da Noite, da Sherrilyn Kenyon, apenas muito para a frente se conhece a história de Acheron, o seu líder), mas sem ler os restantes volumes não consigo avaliar se isso é positivo ou negativo para o evoluir da história. Quanto muito, posso dizer que começou em grande!
Quanto à tradução e ao tipo de escrita: acredito que a Lara Adrian seja uma boa escritora, mas isso ficou bastante ocultado pelo trabalho de tradução feito. Um dos vários problemas que ligou o meu radar de "picuinhíce" foi o facto de sempre que era referida uma qualquer divisão de uma casa (ou qualquer coisa que tivesse quatro paredes e um tecto), esta ser definida como "aposento". Acabei sempre por visualizar camas e cómodas em sítios como garagens e armazéns!
Concluindo: li, gostei, e fiquei com curiosidade suficiente para ler o resto. Mas a verdade é que dentro do mesmo género comparei bastante o tipo de história com os livros da Sherrilyn Kenyon (dado que nunca li os da J.R. Ward), e posso dizer que prefiro os da SK, em todos os aspectos. Mas não deixa de ser uma boa leitura, quanto mais não seja para variar um bocadinho!
Antes de mais, achei que foi uma boa introdução ao mundo criado pela autora. Ficamos a conhecer as duas classes de vampiros existentes: os "normais" vampiros da Raça, e os renegados que perderam a razão para um desejo incontrolável de sangue. Para além disso, e o mais importante para a história, conhecemos o grupo de guerreiros que tomou como missão exterminar os renegados e defender qualquer pessoa - humana ou vampira - que se cruze no caminho desses vampiros.
Embora não considere a premissa totalmente original (conheço outras séries que envolvem vampiros que conseguiram criar uma mitologia bastante diferente, e já ouvi por diversas vezes comentários acerca das muitas parecenças entre esta série e a da Irmandade da Adaga Negra, da J.R. Ward), foi boa o suficiente para me manter presa às páginas até ao final. O que acabei por achar mais interessante nem foi os vampiros em si, mas sim o "estatuto" de Companheira de Raça que apenas algumas mulheres humanas possuem, que lhes permite continuar com a linhagem dos vampiros (apenas com elas eles se conseguem reproduzir). Já quanto à origem alienígena dos vampiros... Enfim, podia ser pior!
Achei curioso o facto de logo o primeiro livro da série ser sobre o líder dos guerreiros (tomando como exemplo os livros dos Predadores da Noite, da Sherrilyn Kenyon, apenas muito para a frente se conhece a história de Acheron, o seu líder), mas sem ler os restantes volumes não consigo avaliar se isso é positivo ou negativo para o evoluir da história. Quanto muito, posso dizer que começou em grande!
Quanto à tradução e ao tipo de escrita: acredito que a Lara Adrian seja uma boa escritora, mas isso ficou bastante ocultado pelo trabalho de tradução feito. Um dos vários problemas que ligou o meu radar de "picuinhíce" foi o facto de sempre que era referida uma qualquer divisão de uma casa (ou qualquer coisa que tivesse quatro paredes e um tecto), esta ser definida como "aposento". Acabei sempre por visualizar camas e cómodas em sítios como garagens e armazéns!
Concluindo: li, gostei, e fiquei com curiosidade suficiente para ler o resto. Mas a verdade é que dentro do mesmo género comparei bastante o tipo de história com os livros da Sherrilyn Kenyon (dado que nunca li os da J.R. Ward), e posso dizer que prefiro os da SK, em todos os aspectos. Mas não deixa de ser uma boa leitura, quanto mais não seja para variar um bocadinho!