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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Meme Literário

Como já há uns dias que não posto nada aqui no blog, trouxe emprestado este meme do blog da Ne, que ela não se importa. Aqui vai!

- MEME LITERÁRIO -

1- Existe um livro que leias e releias várias vezes?

Actualmente não releio livros, pois tenho tantos em lista de espera para ler a primeira vez que simplesmente não dá para reler nenhum, com muita pena minha. Mas há pelo menos um que já perdi a conta às vezes que o li, e que me vejo a reler bastantes mais vezes ao longo da minha vida, e é sem dúvida o já clássico "Harry Potter e a Pedra Filosofal", de J.K.Rowling. Ando há imenso tempo para reler a saga toda! Mas como este foi o primeiro, foi sem dúvida aquele que li mais vezes.

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?

Esta é fácil! "O Traficante de Armas", de Hugh Laurie. Não me perguntem porque não o consegui acabar, porque estava a gostar imenso do livro, mas devo ter pegado nele umas três vezes, e de nenhuma delas passei do meio. Eu às vezes sou assim, esquisita!

3 - Se escolhesses um livro para o resto da tua vida, qual seria ele?

Pronto, esta já não é de tão fácil resposta lol Realmente não me vejo só com um livro para o resto da vida, até porque sou uma rapariga que se aborrece facilmente. Teria de ser uma biblioteca inteira!

4 - Que livro gostarias de ter lido mas que por algum motivo nunca leste?

Tantos! Agora assim de repente o primeiro que me vem à cabeça é o "A Sangue Frio", de Truman Capote. Sempre tive alguma curiosidade em relação ao livro, mas desde que numa aula da faculdade lemos um excerto e estivemos a falar sobre o livro que tenho querido mesmo lê-lo. Por alguma razão, ainda não o arranjei.

5 - Que livro cuja "cena final" jamais conseguiste esquecer?

Correndo o risco de parecer um disco riscado de tanta vez que falo desta série, tenho mesmo de dizer "Harry Potter e os Talismãs da Morte". Qualquer pessoa que tenha crescido com estes livros nunca se vai esquecer daquele final!

6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?

Lia bastante, mas não era propriamente "livros". Antes de o Harry Potter me ter levado para o mundo dos livros, eu passava os meus dias a ler as BD's do Tio Patinhas e do Donald lol Ainda hoje as tenho todas, guardo-as religiosamente!

7 - Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?

"A Sabedoria Infinita de Harriet Rose", de Diana Janney. O livro é mesmo muito maçador, e custou-me a ler praticamente desde o princípio, mas dadas as circunstâncias em que livro me veio parar às mãos, sentia-me mal em não o acabar, e com muita força de vontade e uma dose de teimosia cheguei ao fim.

8 - Indica alguns dos teus livros preferidos.

Tenho de referir outra vez a saga "Harry Potter". Fora esses, gosto bastante da saga dos "Caçadores de Sombras" da Cassandra Clare, qualquer um de Paul Doherty (para quem gosta de históricos), os "Predadores da Noite" da Sherrilyn Kenyon, a "Trilogia do Elfo Negro" de R.A. Salvatore, e podia estar aqui o resto do dia.

9 - Indica 10 blogs para o meme literário.

Quem o quiser fazer, está à vontade!

sábado, 28 de maio de 2011

Opinião #30: "Alexandre - O Rival dos Deuses" (Livro)

- ALEXANDRE - O RIVAL DOS DEUSES -

Capa:Autor:
Paul Doherty

Informação:
Edição/reimpressão - 2006
Páginas - 272
Editor - Saída de Emergência
ISBN - 9789728839338
Idioma - Português

Sinopse:
O lobo da Macedónia defronta o Centauro em 334 a. C. Alexandre esmaga os grandes exércitos do rei Dario III e assola o Império Persa do Ocidente. Apoderando-se das cidades como um predador esfomeado, justifica a sua alcunha de “o Lobo da Macedónia”.
Ao chegar à grande cidade de Éfeso, o êxito da sua campanha é ameaçado por uma série de violentos assassinatos levados a cabo por um importante espião persa conhecido apenas como “o Centauro”.
Um dos antigos tutores de Alexandre é encontrado a flutuar nas águas de um tanque numa casa ligada a um grupo de assassinos.
Mais uma vez, o ponderado Telamon, amigo e médico do rei, tem de tentar resolver um emaranhado de mistérios sangrentos.
Como sempre, um dos maiores obstáculos é a natureza volátil e imprevisível de Alexandre, actor consumado cujo desejo de glória iguala a carnificina e a intriga que lhe perseguem os passos como se fossem as próprias Fúrias.

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Opinião:

Sinceramente, não tenho muito mais a dizer sobre este livro do que aquilo que já disse sobre o anterior da série. O autor é excelente, sabe sobre o que está a escrever (o que muitas vezes, infelizmente, não acontece com outros autores), e escreve brilhantemente dentro do género histórico.

Por isso, não foi surpresa nenhuma para mim o facto de ter gostado até mais deste volume do que do anterior. Não sei se foi por já estar mais familiarizada com o tema, e por isso não ter estado a focar tanta atenção aos pormenores sobre a época e as suas personagens, mas neste livro senti-me bastante mais interessada no aspecto misterioso.

Quem é o Centauro? Como é que um grupo de oligarcas, com criados e elementos do exército, são mortos dentro do Templo de Hércules, quando a sala em que se encontravam estava selada, e não era possível entrar ou sair dela? Quem é o responsável pelas restantes mortes que se vão seguindo na cidade, e como é que estão ligadas?

Tudo isto eram questões que eu me ia fazendo ao longo do livro, o que acabou por me puxar mais a curiosidade do que propriamente Alexandre. No primeiro volume quis ficar a saber mais sobre ele e as características do seu tempo, neste já o "conhecia" (embora me tenha surpreendido também umas quantas vezes, como de resto sempre fez àqueles que o rodeavam), pude focar-me na história em si.

O aspecto militar e da guerra também está muito bem conseguido neste livro. Novamente, todas as estratégias de invasão estão relatadas o mais próximo da realidade possível, e foi muito bom ter visto, outra vez, a forma como Alexandre nunca considerava nada impossível, e não descansava até atingir os seus objectivos, por meio da força ou da inteligência.

Tal como o anterior, recomendo!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Opinião #29: "Alexandre - A Corte da Morte" (Livro)

- ALEXANDRE - A CORTE DA MORTE -

Capa:
Autor:
Paul Doherty

Informação:
Edição/reimpressão - 2005
Páginas - 240
Editor - Saída de Emergência
ISBN - 9789728839123
Idioma - Português

Sinopse:
Primavera do ano 334 A.C. Com apenas 22 anos de idade, Alexandre, O Grande, prepara-se para invadir o Império Persa de Dario III. Parece que nada pode impedir o jovem macedónio de conquistar o mundo.
É então que os seus homens começam a ser brutalmente assassinados. E junto de cada corpo, o assassino deixa enigmáticas citações retiradas do livro preferido de Alexandre: a Ilíada de Homero.
Um clima de medo e suspeição instala-se no seu exército, ao mesmo tempo que os Inimigos de Alexandre se reforçam com o único general que alguma vez derrotou um exército macedónio: Memnon da Grécia.
Com adversários invisíveis no seu acampamento, e um terrível exército inimigo bem treinado à sua espera, conseguirá Alexandre vencer em todas as frentes e realizar o sonho de conquistar o mundo?
Alexandre, a Corte da Morte é uma recriação magnífica do dia a dia no acampamento macedónio, da assombrosa cidade de Tróia, dos meandros da corte dos Reis da Pérsia, e muito mais.
Num cenário real, Paul Doherty cria um enredo brilhante e bem documentado, passado na altura em que Alexandre move os seus exércitos desde Helesponto até à épica batalha de Granico.

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Opinião:

Quando andava na escola, História era uma das minhas disciplinas favoritas. Não tanto quando estávamos a estudar os momentos mais recentes, mas as civilizações antigas sempre me fascinaram. Por isso, sempre gostei de ler livros que abordassem essas alturas, mas ultimamente, sem saber muito porquê, não estava muito virada para ler históricos, e andei assim uns meses. Mas quando vi esta série, ainda por cima do Paul Doherty (já tinha lido livros dele mas que se passavam no Antigo Egipto e adorei), fiquei logo curiosa, pois nunca tinha lido nada sobre Alexandre O Grande (e tinha visto o filme há pouco tempo, fiquei a querer saber mais).

E devo dizer que gostei bastante. Quando leio livros do Doherty, sinto-me quase como se estivesse a ler um livro de História, pois os enredos são tão autênticos, mostram tanta pesquisa e conhecimento, que mesmo sendo tecnicamente um livro de ficção (embora, segundo o autor, uma grande parte dos eventos que relata sejam realistas de acordo com as fontes existentes), aprendemos imenso sobre a cultura de que fala e as suas personagens históricas.

Já não é a primeira vez que, quando falo deste autor a alguém, digo logo "ele escreve como se estivesse lá". E nunca me canso de o dizer, porque é totalmente verdade. As suas histórias estão repletas dos mais pequenos pormenores, e, ao ler, qualquer pessoa se sente facilmente transportada milhares de anos no passado.

Neste livro, começamos a acompanhar Alexandre no início da sua viagem para a Ásia, com o objectivo de derrotar o exército persa de Dario III, o Rei dos Reis, e ocupar as cidades para lá do Helesponto. Mas, no seu acampamento, começa uma série de acontecimentos misteriosos, e Alexandre pede a sua mãe, Olímpia, que mande um dos seus amigos de infância, o médico Telamon, para o ajudar a desvendar esse mistério.

Gostei do livro mesmo pelo facto de aprender bastante sobre a grande figura que foi Alexandre. É inacreditável como é que um homem tão novo tinha ambições tão grandes, e encarava já o mundo como um velho sábio com toda uma vida de experiência. Ele era, acima de tudo, um grande actor, e conseguia compensar grandes desvantagens ao enganar os seus adversários com os mais diversos esquemas, ou simplesmente fazendo-se passar pelo jovem ingénuo que muitos pensavam que ele era.

O relato da batalha de Granico está brilhante. Toda a agitação da batalha, a descrição das estratégias de ambos os lados e a forma como são postas em prática, foi tudo muito bem conseguido. Foi mesmo a parte do livro em que fiquei mais presa à leitura.

Quanto à parte da resolução do mistério, a parte mais ficcional do livro, não estava à espera de que acabasse desta forma. Mas como não suspeitava de ninguém (estava mais embrenhada no resto da história), de qualquer maneira iria-me surpreender.

Para terminar, achei curiosa uma das coisas que Paul Doherty referiu na sua Nota final especificamente feita para a edição portuguesa. O autor refere que, antes da sua morte, Alexandre estava a planear ocupar o norte de África e a Península Ibérica. Como a nossa História seria diferente se isso tivesse acontecido!

Recomendo bastante para quem tem curiosidade sobre esta época, ou para quem gosta de um bom romance histórico!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Aquisições Da Semana #1

Gostava de ter alguma força de vontade no que diz respeito a comprar livros, para me poder controlar, mas é algo que ainda me escapa. Só na última semana, vieram cá para casa mais cinco.


O "Sangue de Anjo" comprei na minha "livraria" habitual, "O Rapaz do Pijama Às Riscas" foi-me oferecido (ou por outras palavras, fiz com que me oferecessem), e os três da fila de cima, foram de uma encomenda do site da Saída de Emergência.

Foi a primeira vez que encomendei livros a partir do site desta editora, e devo dizer que estava à espera de melhor. Ou fui eu que me habituei ao envio bastante cuidadoso da Wook, ou sou picuinhas, não sei. A verdade é que a caixa vinha toda amarrotada, os livros têm algumas mossas (nada de grave, mas mesmo assim), e o que me fez mais confusão, o "O Dardo de Kushiel" vem sem a sobrecapa nova. Ok, é um dos livros que estão a oferecer, mas assim dão mesmo a imagem de que estão como oferta mesmo para despachar os exemplares antigos...

E é bom que eu me comece mesmo a controlar e pare de comprar livros, porque a lista de espera para leitura já está bastante grande!